Governo optimista em reduzir analfabetismo em 10 por cento
Maputo, 30 Jan 08 (AIM) - O Ministro moçambicano da Educação e Cultura, Aires Aly, manifesta-se confiante em o país reduzir em 10 por cento a actual taxa de analfabetismo, estimada em 51,9 por cento, dentro dos próximos dois anos.
Falando ontem (Terça-feira) na abertura do Seminário Regional de Alfabetização, que decorre na capital moçambicana, Maputo, até a próxima Quinta-feira, Aly disse que diversos programas visando reduzir a taxa do analfabetismo estão em curso no país, devendo surtir efeitos já nos próximos anos.
A título de exemplo, ele apontou a intensificacao e massificação da alfabetização com base nos programas radiofónicos.
"Acreditamos que estamos num bom caminho, mas não podemos parar por aqui porque mais de 50 por cento da população ainda é analfabeta", disse o governante, no seu discurso da abertura do encontro em que participam delegações de 18 países africanos, além do Brasil e Haiti.
Segundo ele, a situação da Educação no geral ao nível do país está a melhorar gradualmente, uma vez que, ano após ano, vai reduzindo o número de pessoas sem acesso à escola. Outra justificação dessa melhoria gradual ‘e o facto deste ano terem sido inscritos cerca de seis milhões de alunos em todos os subsistemas de ensino.
"O Governo dedica 20 por cento do seu orçamento para a Educação, mas, apesar disso, esse valor não é suficiente par a satisfazer as nossas aspirações", considerou o Ministro.
Intervindo na ocasião, o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Benoit Sossou, lamentou a existência de muitas pessoas analfabetas no Mundo.
Citando um relatório de Monitoria Global da Educação Para Todos, realizado em 2006 com o objectivo de avaliar o cumprimento da Declaração de Dakar (2000) sobre necessidade de reconhecer a educação de adultos no programa de “Educação Para Todos" como uma prioridade absoluta, ele afirmou haver poucos recursos canalizados para apoiar os programas de alfabetização de jovens e adultos.
"O estudo concluiu que, apesar de em alguns países os orçamentos para o sector da Educação terem aumentado substancialmente, as despesas nacionais em programas de alfabetização representam apenas um por cento do orçamento do sector", referiu Benoit.
Por causa dessa situação, a UNESCO lançou uma campanha global de advocacia para se aumentar até pelo menos três por cento a parte do orçamento do sector da Educação dedicada aos programas de alfabetização.
A título de exemplo, ele apontou a intensificacao e massificação da alfabetização com base nos programas radiofónicos.
"Acreditamos que estamos num bom caminho, mas não podemos parar por aqui porque mais de 50 por cento da população ainda é analfabeta", disse o governante, no seu discurso da abertura do encontro em que participam delegações de 18 países africanos, além do Brasil e Haiti.
Segundo ele, a situação da Educação no geral ao nível do país está a melhorar gradualmente, uma vez que, ano após ano, vai reduzindo o número de pessoas sem acesso à escola. Outra justificação dessa melhoria gradual ‘e o facto deste ano terem sido inscritos cerca de seis milhões de alunos em todos os subsistemas de ensino.
"O Governo dedica 20 por cento do seu orçamento para a Educação, mas, apesar disso, esse valor não é suficiente par a satisfazer as nossas aspirações", considerou o Ministro.
Intervindo na ocasião, o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Benoit Sossou, lamentou a existência de muitas pessoas analfabetas no Mundo.
Citando um relatório de Monitoria Global da Educação Para Todos, realizado em 2006 com o objectivo de avaliar o cumprimento da Declaração de Dakar (2000) sobre necessidade de reconhecer a educação de adultos no programa de “Educação Para Todos" como uma prioridade absoluta, ele afirmou haver poucos recursos canalizados para apoiar os programas de alfabetização de jovens e adultos.
"O estudo concluiu que, apesar de em alguns países os orçamentos para o sector da Educação terem aumentado substancialmente, as despesas nacionais em programas de alfabetização representam apenas um por cento do orçamento do sector", referiu Benoit.
Por causa dessa situação, a UNESCO lançou uma campanha global de advocacia para se aumentar até pelo menos três por cento a parte do orçamento do sector da Educação dedicada aos programas de alfabetização.

