Presidente Guebuza defende aumento de Escolas Técnicas
Milange (Moçambique), 21 Jul 08 (AIM) – O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, disse, ontem (domingo), que o país devia ter no mínimo uma escola técnica de nível médio em cada distrito, para que cidadão esteja em condições de sustentar o desenvolvimento do país.
O estadista moçambicano falava no decurso de uma reunião que orientou na vila autárquica de Milange, província central da Zambézia, em que tomaram parte agentes económicos e personalidades influentes desta província. O Presidente Guebuza disse ser doloroso que um aluno que conclui a 12ª classe não consiga fazer diferença na comunidade onde está inserido.
O presidente disse, por outro lado, que um dos segredos para o sucesso na luta contra a pobreza tem a ver “com a nossa maneira de ser e estar (cultura)”.
“Se introduzirmos anossa cultura nos projectos nacionais alcançaremos o desenvolvimento sustentável que desejamos. Temos que usar de forma racional possível os nossos recursos, incluindo os humanos”, sublinhou Guebuza.
Sobre a crise energética mundial, questão colocada por alguns agentes económicos como sendo um grande entrave às suas acções, Guebuza disse haver gente que pensa que se o país produzir petróleo não sentiria os efeitos dessa mesma crise.
Para o estadista moçambicano esta ideia pode ser uma ilusão porque os próprios países produtores de petróleo também pagam uma pesada factura da alta de preços de combustíveis.
Segundo o presidente, para se produzir combustível há investimentos em equipamentos, em poços, em salários entre outros gastos associados a esta actividade.
“Para nós, a resposta a esta crise reside no aumento da produção e da produtividade em áreas onde há vantagens comparativas”, sublinhou Guebuza. De acordo com o mais alto dirigente do país, existem países que não produzem combustíveis. Os mesmos produzem cereais, fazendo disso uma vantagem (produção de cereais) em seu benefício.
Quanto a falta de bancos comerciais nas zonas bem como a cobrança, por parte destes, de altas taxas de juros, Guebuza disse acreditar que o país conhecerá novos desenvolvimentos nos próximos tempos. Segundo o presidente, as altas taxas de juros podem baixar com o aumento da produção e produtividade.
O aumento da produção e produtividade levará a uma maior concorrência entre os bancos, o que resultará na oferta de taxas competitivas de juros. O presidente reiterou igualmente, no mesmo encontro, que o governo tudo fará para garantir que o sector provado continue a ser um parceiro privilegiado no combate a pobreza. “Sem o sector privado o país não alcançará a vitória contra a pobreza”, indicou Guebuza.
O presidente disse, por outro lado, que um dos segredos para o sucesso na luta contra a pobreza tem a ver “com a nossa maneira de ser e estar (cultura)”.
“Se introduzirmos anossa cultura nos projectos nacionais alcançaremos o desenvolvimento sustentável que desejamos. Temos que usar de forma racional possível os nossos recursos, incluindo os humanos”, sublinhou Guebuza.
Sobre a crise energética mundial, questão colocada por alguns agentes económicos como sendo um grande entrave às suas acções, Guebuza disse haver gente que pensa que se o país produzir petróleo não sentiria os efeitos dessa mesma crise.
Para o estadista moçambicano esta ideia pode ser uma ilusão porque os próprios países produtores de petróleo também pagam uma pesada factura da alta de preços de combustíveis.
Segundo o presidente, para se produzir combustível há investimentos em equipamentos, em poços, em salários entre outros gastos associados a esta actividade.
“Para nós, a resposta a esta crise reside no aumento da produção e da produtividade em áreas onde há vantagens comparativas”, sublinhou Guebuza. De acordo com o mais alto dirigente do país, existem países que não produzem combustíveis. Os mesmos produzem cereais, fazendo disso uma vantagem (produção de cereais) em seu benefício.
Quanto a falta de bancos comerciais nas zonas bem como a cobrança, por parte destes, de altas taxas de juros, Guebuza disse acreditar que o país conhecerá novos desenvolvimentos nos próximos tempos. Segundo o presidente, as altas taxas de juros podem baixar com o aumento da produção e produtividade.
O aumento da produção e produtividade levará a uma maior concorrência entre os bancos, o que resultará na oferta de taxas competitivas de juros. O presidente reiterou igualmente, no mesmo encontro, que o governo tudo fará para garantir que o sector provado continue a ser um parceiro privilegiado no combate a pobreza. “Sem o sector privado o país não alcançará a vitória contra a pobreza”, indicou Guebuza.

