Junho 2010
Subir um nívelNoticias da educação em Junho de 2010.
- Nampula: Três encontros discutem Educação em Moçambique
- Maputo, 07 Jun. (AIM) – O Ministério da Educação realiza três reuniões nacionais, na província nortenha de Nampula, para fazer o balanço das actividades realizadas em 2009 e programar o exercício de 2010 com as atenções viradas para a melhoria da qualidade de ensino em Moçambique.
- Ingresso no técnico-profissional passa pelas provas de admissão
- Maputo, 9 Jun. (AIM) - O ingresso para o ensino técnico-profissional do nível médio no país vai passar a ser mediante a prestação de provas de admissão, medida que o Ministério da Educação considera ser solução para a grande procura das escolas que se regista nos últimos anos neste sector.
- PIREP já beneficiou a 30 mil formandos
- Boane (Moçambique), 18 Jun. (AIM)- Os projectos financiados pelo Programa Integrado da Reforma de Educação Técnico Profissional (PIREP), em curso em Moçambique desde 2006, já beneficiaram cerca de 30 mil formandos de diversas instituições de ensino do país.
- Metade dos funcionários da justiça tem nível básico
- Maputo, 26 Jun. (AIM) – O sector da Administração da Justiça continua com um défice de formação dos seus funcionários e agentes do Estado, sendo 50 por cento do efectivo com nível básico.
- COREP procura regular ensino técnico
- Maputo, 28 Jun. (AIM)- A Comissão Executiva da Reforma da Educação Profissional (COREP) iniciou hoje, em Maputo, uma série de consultas públicas visando formular uma proposta do órgão regulador do sistema de ensino técnico em Moçambique.
- Governo aprova sistema de créditos académicos
- Maputo, 29 Jun. (AIM) – Os estudantes do ensino superior passarão, a breve trecho, a beneficiar de uma maior mobilidade e flexibilidade na frequência dos diversos programas de ensino administrados nas instituições deste nível ensino e aprendizagem.
- Governo alarga mandato do conselho nacional do ensino superior
- Maputo, 30 Jun. (AIM) – O mandato dos membros do Conselho Nacional do Ensino Superior passa a ser de cinco anos contra os anteriores três, para garantir uma maior estabilidade e o acompanhamento das reformas implementadas para este nível de ensino.

