MCT procura estimular criatividade inovadora para desenvolvimento sustentável
Maputo, 12 Jul (AIM) - O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou, hoje, em Maputo e Nampula, no sul e norte de Moçambique, o programa Nacional de promoção do inovador, que visa criar um movimento que estimule a criatividade inovadora dos moçambicanos em prol do desenvolvimento sustentável.
Para arrancar com o programa, o MCT recebeu um financiamento inicial do Banco Mundial, no valor de 200 mil dólares EUA, do qual se prevê que 4.000 dólares sejam usados para o apoio a geração de protótipos.
De acordo com o respectivo Ministro, Venâncio Massinga, o programa tem as componentes “Moçambique Tecnológico”, que visa o desenvolvimento de qualificações e competência técnica e tecnológicas de jovens recém graduados do ensino superior e o “Inovador Moçambicano”, que tem como objectivo promover e valorizar a inovação no país.
“A componente inovador moçambicano tem como objectivo identificar inovadores a nível nacional com vista a avaliar, construir, consolidar e explorar a capacidade inovadora dos moçambicanos para o desenvolvimento socio-económico do pais e alívio a pobreza”, disse.
Para Massinga, a componente “Moçambique Tecnológico” pretende, por outro lado tirar partido da existência de empresas de base tecnológicas ou com competências fortes nos domínios importantes para o desenvolvimento do país, criando deste modo um contexto favorável a realização de estágios de formação de jovens quadros moçambicanos nessas empresas bem como melhorando a qualificação e competências técnicas e tecnológicas.
“É importante que as empresas apoiem e criem campo para que os estudantes possam realizar o seu conhecimento, que depois tem que ser combinado com as necessidades das nossas localidades e distritos para permitir que o desenvolvimento tenha em conta as necessidades reais moçambicanas”, considerou.
A valorização dos inovadores será feita através da inventariação, avaliação e disseminação do conhecimento e inovações locais. Por outro lado, através da protecção dos direitos de propriedade intelectual, transformação de inovações locais em produtos, processos e serviços.
Informações avançadas esta manhã, em Maputo, na cerimónia de lançamento do programa indicam que o inovador deverá ser identificado pela comunidade ou instituições de ensino, de pesquisa e pelo MCT, que depois vai submeter a sua ideia nos diferentes níveis, podendo receber uma orientação técnica na concepção e apresentação da ideia.
Terminados todos os procedimentos, os conselheiros de inovadores e de peritos de Ciência e Tecnologia deverão aprovar o apoio. O inovador poderá receber um apoio financeiro que vai até cerca de 100.600
Meticais da nova família (um dólar vale cerca de 25,00 meticais da nova família), valor a ser atribuído tendo em conta a natureza e origem dos mesmos, bem como o tipo de produto.
Por outro lado, o inovador receberá ajuda no processo de registo dos direitos da propriedade industrial, no pagamento, redução ou isenção total de taxas devidas e ainda na obtenção de registos.
Na componente “Moçambique Tecnológico”, as empresas tecnológicas que operam no país, registadas no MCT vão submeter estágios de formação e os jovens recém-graduados do ensino superior, com idade inferior a 35 anos candidatam-se aos mesmos via MCT.
O Ministro define o inovador moçambicano como aquele que através do seu conhecimento gera soluções que anteriormente não eram conhecidas, mas que ajudam para o desenvolvimento, que precisam ser acarinhados, para que os seus trabalhos possam ser reconhecidos e usados.
De acordo com o respectivo Ministro, Venâncio Massinga, o programa tem as componentes “Moçambique Tecnológico”, que visa o desenvolvimento de qualificações e competência técnica e tecnológicas de jovens recém graduados do ensino superior e o “Inovador Moçambicano”, que tem como objectivo promover e valorizar a inovação no país.
“A componente inovador moçambicano tem como objectivo identificar inovadores a nível nacional com vista a avaliar, construir, consolidar e explorar a capacidade inovadora dos moçambicanos para o desenvolvimento socio-económico do pais e alívio a pobreza”, disse.
Para Massinga, a componente “Moçambique Tecnológico” pretende, por outro lado tirar partido da existência de empresas de base tecnológicas ou com competências fortes nos domínios importantes para o desenvolvimento do país, criando deste modo um contexto favorável a realização de estágios de formação de jovens quadros moçambicanos nessas empresas bem como melhorando a qualificação e competências técnicas e tecnológicas.
“É importante que as empresas apoiem e criem campo para que os estudantes possam realizar o seu conhecimento, que depois tem que ser combinado com as necessidades das nossas localidades e distritos para permitir que o desenvolvimento tenha em conta as necessidades reais moçambicanas”, considerou.
A valorização dos inovadores será feita através da inventariação, avaliação e disseminação do conhecimento e inovações locais. Por outro lado, através da protecção dos direitos de propriedade intelectual, transformação de inovações locais em produtos, processos e serviços.
Informações avançadas esta manhã, em Maputo, na cerimónia de lançamento do programa indicam que o inovador deverá ser identificado pela comunidade ou instituições de ensino, de pesquisa e pelo MCT, que depois vai submeter a sua ideia nos diferentes níveis, podendo receber uma orientação técnica na concepção e apresentação da ideia.
Terminados todos os procedimentos, os conselheiros de inovadores e de peritos de Ciência e Tecnologia deverão aprovar o apoio. O inovador poderá receber um apoio financeiro que vai até cerca de 100.600
Meticais da nova família (um dólar vale cerca de 25,00 meticais da nova família), valor a ser atribuído tendo em conta a natureza e origem dos mesmos, bem como o tipo de produto.
Por outro lado, o inovador receberá ajuda no processo de registo dos direitos da propriedade industrial, no pagamento, redução ou isenção total de taxas devidas e ainda na obtenção de registos.
Na componente “Moçambique Tecnológico”, as empresas tecnológicas que operam no país, registadas no MCT vão submeter estágios de formação e os jovens recém-graduados do ensino superior, com idade inferior a 35 anos candidatam-se aos mesmos via MCT.
O Ministro define o inovador moçambicano como aquele que através do seu conhecimento gera soluções que anteriormente não eram conhecidas, mas que ajudam para o desenvolvimento, que precisam ser acarinhados, para que os seus trabalhos possam ser reconhecidos e usados.

