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Aumenta para 23 número de Centros Multimédia

Maputo, 10 Jun 08 (AIM) – O número de Centros Multimédia Comunitários (CMC) instalados pelo país aumentará, até ao final do ano, para 23 na sequência dos esforços do Governo com vista a expandir o acesso às tecnologias de informação e comunicação para todos os níveis.

Para o efeito, foi assinado ontem (Segunda-feira), em Maputo, um acordo entre o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que prevê um desembolso financeiro na ordem de 500 mil dólares para a implementação da iniciativa.

O Ministro da Ciência e Tecnologia, Venâncio Massingue, disse que o financiamento permitirá aumentar os actuais 17 centros multimédia, em igual número de distritos do país, para 23, uma vez que está prevista a construção de seis outros centros em locais ainda por identificar.

“O programa dos centros multimédia comunitários já provou que é uma mais valia na formação de cidadãos que não tiveram antes o acesso as tecnologias de informação e comunicação”, disse o Ministro, apontando que os parceiros querem um paralelismo entre os financiamentos feitos e os resultados concretizados.

Venâncio Massingue espera igualmente pelo apoio do Programa dasNações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para a materialização de mais centros pelo país.

O representante da UNESCO em Moçambique, Benoit Sossou, ressaltou, por seu turno, a necessidade de se colocar a ciência e tecnologia ao serviço da população, de forma a promover um desenvolvimento sustentado e uma cidadania participativa.

“Nesta fase de consolidação e fortalecimento dos centros multimédia comunitários, o objectivo é contribuir para o amadurecimento dos CMCs, tanto ao nível local como ao nível global”, disse Sossou. A iniciativa de expansão dos Centros Multimédia Comunitários foi lançada em 2004 em Moçambique, no Mali e Senegal, no âmbito de um acordo assinado pelos respectivos três Chefes de Estado com a Agência Suiça para a Cooperação e Desenvolvimento.

O projecto permitiu implantar 17 centros em nove províncias do país ao longo de dois anos e meio. A avaliação tripartida feita em Fevereiro de 2007 concluiu que a iniciativa de expansão está a produzir impactos positivos e recomendou que se continuasse a trabalhar para a consolidação dos centros e para a criação de um Programa Nacional.a caminho de Hanoi, estávamos inspiradas pela necessidade e desejo de partilhar o nosso sucesso, as nossas experiências no longo processo de emancipação da mulher, políticas efectivas e estratégias. Este é o fórum apropriado para este objectivo que junta as mulheres lideres nos negócios, nos governos e nos sectores público e privado”, lê-se no seu discurso.

Por esta razão, Luísa Diogo disse “fomos ao Vietname buscar aquilo que pertence aos moçambicanos”, porque a Cimeira Mundial da Mulher pode reconhecer que a Primeira-Ministra de Moçambique como uma mulher que representou aquilo que consideram as características básicas de um trabalho capaz de influenciar e mobilizar as outras pessoas, em particular as mulheres, a fazerem o que é benéfico para elas próprias e para o seu meio.

Entretanto, para Luísa Diogo, o prémio, simbolizado por uma taça com inscrições da categoria de Premio e nome da galardoada, “não significa uma luta acabada”, mas um sinal de que mais um passo foi bem dado. “O Premio representa um estímulo para se continuar a trabalhar e liderar as várias lutas pelo bem dos moçambicanos”.

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