Cresce número de crianças órfãs e vulneráveis em Moçambique
Maputo, 20 Ago (AIM)- O número de crianças órfãs devido ao HIV/SIDA tende a crescer em Moçambique, prevendo-se que até 2010 existam cerca de 626.03 mil petizes nesta situação.
Até 2007, o número de crianças nessas condições (que terão perdido os seus país por causa do HIV/SIDA) poderá subir de 382.1 mil registados este ano (2006) para 441.4 mil.
Segundo dados do Ministério da Mulher e Acção Social (MMAS), as crianças tornadas órfãs, quer por esta pandemia, ou por outras causas, tendem a ser vulneráveis uma vez que o HIV/SIDA, muitas vezes está associada a pobreza, que arruina os mecanismos de solidariedade e ajuda mútua.
”É evidente que a combinação da pobreza absoluta com o aumento crítico da prevalência do HIV/SIDA, está a arruinar os mecanismos tradicionais de solidariedade e ajuda mútua, contribuindo para um aumento geral da vulnerabilidade e exacerbando a insegurança alimentar”, refere o MMAS.
Segundo um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), divulgado, semana finda na 16ª Conferência Internacional sobre o SIDA, que decorreu em Toronto, Canadá, Moçambique integra o grupo de oito países da África Sub-Sahariana que irá conhecer aumento significativo do número de crianças órfãs devido ao SIDA.
No país existem, actualmente, cerca de 1.6 milhão de crianças órfãs cujos país morreram vítima do SIDA e vulneráveis, numa população infantil de cerca de 10 milhões. Em Moçambique, esta epidemia foi a causa de mais de 500 mil criancas orfas em 2005.
No entanto, em 1998, cerca de 64 mil crianças tornaram-se órfãs devido ao SIDA, tendo registado uma subida para 85.4 mil no ano seguinte.
O UNICEF chama a atenção para os oito países africanos, nomeadamente África do Sul, Chade, Gabão, Guiné-Bissau, Malawi, Moçambique, Namíbia e Suazilândia, que poderão registar aumentos na ordem de 15 por cento no número de crianças órfãs devido a SIDA.
Deste modo, a Geração de órfãos e vulneráveis (crianças vivendo com o HIV/SIDA e jovens órfãos devido a pandemia) poderá crescer, chegando a atingir 15.7 milhões na região Sub-Sahariana, em 2010.
Em 2005, a pandemia deixou 12 milhões de crianças (até 17 anos) órfãs na região, uma vez que perderam um ou ambos os progenitores.
Assim, a doença foi responsável por um quarto do total de casos de órfãos na África Sub-Sahariana.
Segundo dados do Ministério da Mulher e Acção Social (MMAS), as crianças tornadas órfãs, quer por esta pandemia, ou por outras causas, tendem a ser vulneráveis uma vez que o HIV/SIDA, muitas vezes está associada a pobreza, que arruina os mecanismos de solidariedade e ajuda mútua.
”É evidente que a combinação da pobreza absoluta com o aumento crítico da prevalência do HIV/SIDA, está a arruinar os mecanismos tradicionais de solidariedade e ajuda mútua, contribuindo para um aumento geral da vulnerabilidade e exacerbando a insegurança alimentar”, refere o MMAS.
Segundo um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), divulgado, semana finda na 16ª Conferência Internacional sobre o SIDA, que decorreu em Toronto, Canadá, Moçambique integra o grupo de oito países da África Sub-Sahariana que irá conhecer aumento significativo do número de crianças órfãs devido ao SIDA.
No país existem, actualmente, cerca de 1.6 milhão de crianças órfãs cujos país morreram vítima do SIDA e vulneráveis, numa população infantil de cerca de 10 milhões. Em Moçambique, esta epidemia foi a causa de mais de 500 mil criancas orfas em 2005.
No entanto, em 1998, cerca de 64 mil crianças tornaram-se órfãs devido ao SIDA, tendo registado uma subida para 85.4 mil no ano seguinte.
O UNICEF chama a atenção para os oito países africanos, nomeadamente África do Sul, Chade, Gabão, Guiné-Bissau, Malawi, Moçambique, Namíbia e Suazilândia, que poderão registar aumentos na ordem de 15 por cento no número de crianças órfãs devido a SIDA.
Deste modo, a Geração de órfãos e vulneráveis (crianças vivendo com o HIV/SIDA e jovens órfãos devido a pandemia) poderá crescer, chegando a atingir 15.7 milhões na região Sub-Sahariana, em 2010.
Em 2005, a pandemia deixou 12 milhões de crianças (até 17 anos) órfãs na região, uma vez que perderam um ou ambos os progenitores.
Assim, a doença foi responsável por um quarto do total de casos de órfãos na África Sub-Sahariana.

