Especialistas internacionais discutem lepra em Maputo
Maputo, 19 Ago (AIM) - A capital moçambicana, Maputo, acolhe, próxima semana, a Reunião Internacional dos Responsáveis dos Programas de Lepra, destinada a avaliar o desempenho dos programas nacionais de controlo da doença.
Co-organizado pela Organização Mundial de Saúde e por várias organizações internacionais que trabalham na área da lepra, o evento, a decorrer de 22 a 24 do mês corrente, vai juntar especialistas de 18 países da Região Africana da OMS e representantes de organizações internacionais parceiras.
A OMS consagrou 2005 ano da erradicação da lepra no mundo, o que pressupoe que, ao nível dos países, os números de seroprevalência devem ser de menos de um caso em cada 10 mil habitantes. Este desafio foi alcançado por 42 países, mas Moçambique, Madagascar, República Democrática do Congo e Tanzânia, todos na África Austral, continuam a registar taxas de seroprevalência que ronda a um caso por cada 10 mil habitantes.
Particularmente, em Moçambique a taxa de seroprevalência desta doença é de 2.4 casos em cada 10 mil habitantes, sendo as províncias de Nampula, Zambézia, Cabo Delgado, Niassa e Manica as mais assoladas, com um total de cinco mil leprosos em tratamento.
A OMS consagrou 2005 ano da erradicação da lepra no mundo, o que pressupoe que, ao nível dos países, os números de seroprevalência devem ser de menos de um caso em cada 10 mil habitantes. Este desafio foi alcançado por 42 países, mas Moçambique, Madagascar, República Democrática do Congo e Tanzânia, todos na África Austral, continuam a registar taxas de seroprevalência que ronda a um caso por cada 10 mil habitantes.
Particularmente, em Moçambique a taxa de seroprevalência desta doença é de 2.4 casos em cada 10 mil habitantes, sendo as províncias de Nampula, Zambézia, Cabo Delgado, Niassa e Manica as mais assoladas, com um total de cinco mil leprosos em tratamento.

