Moçambique reitera que vai se livrar da lepra até 2008
Maputo, 22 Ago (AIM) – Moçambique possui indicadores que apontam que tecnicamente vai chegar a meta de menos de um doente de Lepra por cada 10 mil habitantes até 2008.
O facto foi revelado pelo Coordenador Nacional do Programa de Combate a Lepra, Alcino Ndeve, falando a jornalistas a margem do encontro de gestores dos programas de combate a Lepra em África, que decorre, em Maputo, de hoje até Quinta-feira.
Quatro países da África Austral, incluindo Moçambique, continuam com uma taxa de prevalência acima de um doente por cada 10 mil habitantes.
A actual taxa de prevalência da Lepra em Moçambique é de 2,4 casos por cada 10 mil habitantes.
A República Democrática do Congo (RDC), Madagáscar e a Tanzânia são os países que acompanham Moçambique nesta tarefa de eliminar a Lepra, uma doença de consequências nefastas e estigmatizante nos casos de deformidade, mas que actualmente afecta um número reduzido de países.
De acordo com Ndeve, as estatísticas mostram que, entre os anos de 2004 e 2005, o número de pessoas que procuraram o diagnóstico e tratamento subiu mas, em contrapartida, nos primeiros meses de 2006 a taxa de prevalência fixou-se em 2,4 doentes de Lepra, contra 2,5 doentes em cada 10 mil habitantes em 2005.
A província de Nampula, no Norte de Moçambique, é a que apresenta maior número de doentes com cerca de metade dos casos registados em todo o país.
Por seu turno, o Director Nacional da Saúde, Mouzinho Saide, disse que as autoridades sanitárias do país estão empenhadas em envolver as comunidades no processo de prevenção desta doença.
Mesmo reconhecendo a existência de recursos limitados, segundo Saide, o Governo moçambicano, em coordenação com os parceiros de cooperação, tem vindo a abordar, de forma vigorosa, as acções de combate a Lepra, doença curável e cujos medicamentos são de distribuição gratuita.
Por ocasião do dia Mundial de Luta contra a Lepra, que se celebra a
29 de Janeiro de cada ano, e numa mensagem a nação, o Presidente moçambicano, Armando Guebuza, reiterou o compromisso do país em eliminar a Lepra até Dezembro de 2008, exortando a todos moçambicanos a se engajarem neste combate.
“O envolvimento das comunidades e a sua capacitação para a suspeita e detecção precoce de casos é já um elemento estratégico e que já está a surtir os avanços necessários a este respeito”, disse, por outro lado, Mouzinho Saide, na abertura oficial deste encontro, que junta cerca de 27 participantes de 18 países da Região africana da Organização Mundial da Saude (OMS).
O encontro é co-organizado pela OMS e pelas organizações internacionais que trabalham na luta contra a Lepra.
Quatro países da África Austral, incluindo Moçambique, continuam com uma taxa de prevalência acima de um doente por cada 10 mil habitantes.
A actual taxa de prevalência da Lepra em Moçambique é de 2,4 casos por cada 10 mil habitantes.
A República Democrática do Congo (RDC), Madagáscar e a Tanzânia são os países que acompanham Moçambique nesta tarefa de eliminar a Lepra, uma doença de consequências nefastas e estigmatizante nos casos de deformidade, mas que actualmente afecta um número reduzido de países.
De acordo com Ndeve, as estatísticas mostram que, entre os anos de 2004 e 2005, o número de pessoas que procuraram o diagnóstico e tratamento subiu mas, em contrapartida, nos primeiros meses de 2006 a taxa de prevalência fixou-se em 2,4 doentes de Lepra, contra 2,5 doentes em cada 10 mil habitantes em 2005.
A província de Nampula, no Norte de Moçambique, é a que apresenta maior número de doentes com cerca de metade dos casos registados em todo o país.
Por seu turno, o Director Nacional da Saúde, Mouzinho Saide, disse que as autoridades sanitárias do país estão empenhadas em envolver as comunidades no processo de prevenção desta doença.
Mesmo reconhecendo a existência de recursos limitados, segundo Saide, o Governo moçambicano, em coordenação com os parceiros de cooperação, tem vindo a abordar, de forma vigorosa, as acções de combate a Lepra, doença curável e cujos medicamentos são de distribuição gratuita.
Por ocasião do dia Mundial de Luta contra a Lepra, que se celebra a
29 de Janeiro de cada ano, e numa mensagem a nação, o Presidente moçambicano, Armando Guebuza, reiterou o compromisso do país em eliminar a Lepra até Dezembro de 2008, exortando a todos moçambicanos a se engajarem neste combate.
“O envolvimento das comunidades e a sua capacitação para a suspeita e detecção precoce de casos é já um elemento estratégico e que já está a surtir os avanços necessários a este respeito”, disse, por outro lado, Mouzinho Saide, na abertura oficial deste encontro, que junta cerca de 27 participantes de 18 países da Região africana da Organização Mundial da Saude (OMS).
O encontro é co-organizado pela OMS e pelas organizações internacionais que trabalham na luta contra a Lepra.

