Recomendada reformulação da política farmacêutica
Maputo, 22 Ago (AIM) - A Organização Mundial da Saúde (OMS), através de um relatório de avaliação externa ao Sector Nacional de Medicamentos, recomenda a reformulação da Política Nacional do Sector Farmacêutico, Recursos Humanos, Logística, Orçamento, Registo, Controlo de Qualidade, Monitoria, assim como o uso racional dos fármacos adquiridos.
O relatório foi tornado público por ocasião da visita, de dois dias, que Howard Zucker, assistente do director da OMS, efectua desde Segunda-feira ao país, para discutir com as autoridades moçambicanas as comemorações dos 30 anos do estabelecimento do conceito de Medicamentos Essenciais e a promoção do uso destes nas escolas.
O documento de avaliação externa avança propostas e recomendações em relação a todas as componentes da Política Farmacêutica Nacional definida pelo Governo.
Para a área dos recursos humanos, o documento recomenda a avaliação dos custos de financiamento, os possíveis sistemas de recuperação parcial ou simbólica e aponta como sendo principal a planificação, harmonização e identificação de incentivos para o pessoal do sector.
Para o melhor desempenho é recomendada a elaboração de um plano dos recursos necessários para os próximos três anos, capacitação dos farmacêuticos existentes nas áreas prioritárias, gestão informatizada de todos os processos de abastecimento, inspecção e registo, para além da formação do pessoal técnico em gestão de “stoks” e monitoria através de indicadores simples.
Das recomendações, consta ainda, a necessidade de o país ter que decidir sobre a necessidade de intercâmbio técnico com o estrangeiro, por um período determinado, para a capacitação do pessoal nacional em materias de gestão.
Para a melhoria do trabalho do sector, o documento destaca a necessidade do início de uma formação de quadros em colaboração com o Centro Colaborador da OMS em Políticas Farmacêuticas da Escola Nacional de Saúde Pública, para além de se considerar a possibilidade de um técnico assitente, por um ou dois anos, ser solicitado por esta organização ou pela cooperação internacional para tomar parte numa troca de experiências e a organização de seminários de capacitação.
A missão de avaliação foi realizada por uma equipa multidisciplinar composta por especialistas da área.
O documento de avaliação externa avança propostas e recomendações em relação a todas as componentes da Política Farmacêutica Nacional definida pelo Governo.
Para a área dos recursos humanos, o documento recomenda a avaliação dos custos de financiamento, os possíveis sistemas de recuperação parcial ou simbólica e aponta como sendo principal a planificação, harmonização e identificação de incentivos para o pessoal do sector.
Para o melhor desempenho é recomendada a elaboração de um plano dos recursos necessários para os próximos três anos, capacitação dos farmacêuticos existentes nas áreas prioritárias, gestão informatizada de todos os processos de abastecimento, inspecção e registo, para além da formação do pessoal técnico em gestão de “stoks” e monitoria através de indicadores simples.
Das recomendações, consta ainda, a necessidade de o país ter que decidir sobre a necessidade de intercâmbio técnico com o estrangeiro, por um período determinado, para a capacitação do pessoal nacional em materias de gestão.
Para a melhoria do trabalho do sector, o documento destaca a necessidade do início de uma formação de quadros em colaboração com o Centro Colaborador da OMS em Políticas Farmacêuticas da Escola Nacional de Saúde Pública, para além de se considerar a possibilidade de um técnico assitente, por um ou dois anos, ser solicitado por esta organização ou pela cooperação internacional para tomar parte numa troca de experiências e a organização de seminários de capacitação.
A missão de avaliação foi realizada por uma equipa multidisciplinar composta por especialistas da área.

