MISAU pretende criar Instituto de Medicina Tradicional
Maputo, 24 Ago (AIM) - Moçambique poderá contar, ainda no presente quinquénio com um Instituto Nacional de Medicina Tradicional. Para o efeito, acções estão a ser desenvolvidas para que, até próximo ano, tudo esteja aposto nesse sentido.
A ideia da criação de um instituto de medicina tradicional foi avançada no ano passado, quando da realização do Conselho Coordenador do Ministério da Saúde (MISAU).
Esta informação foi avançada, hoje, em Maputo, pela vice-Ministra da Saúde, Aida Libombo, num encontro com jornalistas.
Segundo Libombo, é preciso criar uma instituição do género, de modo a permitir uma participação mais efectiva dos médicos tradicionais na melhoria da saúde pública no país, bem como na realização de estudos e pesquisas sobre plantas medicinais.
“É importante que exista uma instituição de medicina tradicional, de modo a juntar os médicos tradicionais, contribuindo para a melhoria das suas actividades”, disse. Aida Libombo referiu que um instituto de medicina tradicional poderia, por outro lado, criar normas para a actividade da medicina tradicional no país, dado que esta é necessária para o desenvolvimento de qualquer actividade.
A vice-Ministra explicou que esta acção respeita apenas a medicina tradicional, concretamente no uso de plantas medicinais para a cura de doenças, distanciando-se dos actos de bruxaria. “É preciso normatizar as actividades dos médicos tradicionais, como a atribuição de doenças a familiares. Por isso, o instituto deverá ter normas, regras para a prática da medicina tradicional, só assim poderemos melhorar a sua participação no melhoramento da saúde pública”, acrescentou ela.
Libombo referiu que os profissionais da medicina convencional devem possuir uma formação (básica) em medicina tradicional, por forma a saber recomendar o doente ao médico tradicional em caso de não conseguirem tratar alguma doença.
“E importante ter esse conhecimento, o nosso currículo não contempla e nem está preparado a acolher o ensino da medicina tradicional, mas já houve manifestação de interesse. O médico formal, quando não consegue resolver algum problema de saúde, ele não se sente confortável em recomendar ou referir sobre algo que não conhece”, considerou.
A criação de um instituto de medicina tradicional no país poderá salvaguardar a propriedade intelectual dos médicos tradicionais ou das comunidades a que pertencem.
Neste momento, os praticantes da medicina tradicional tem sido vítimas de roubo da sua propriedade intelectual, devido a falta de conhecimento sobre a questão.
O roubo da propriedade intelectual não afecta apenas os médicos tradicionais moçambicanos, mas também de outras partes do mundo, com mais incidência nos países em desenvolvimento.
“É preciso proteger o conhecimento local, porque infelizmente os praticantes da medicina tradicional não conhecem os seus direitos e facilmente são enganadas por pessoas que passam a usar esse conhecimento como sendo descoberta sua”, salientou.
Como forma de proteger a propriedade intelectual e a biodiversidade o MISAU tem um projecto conjunto com o Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA). Outrossim, tem uma parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) no domínio da pesquisa, realizando estudos conjuntos.
O médico tradicional é definido como sendo a pessoa reconhecida pela comunidade em que vive, com competências para prestar cuidados de saúde usando plantas, animais e minerais, bem como outros métodos baseados em conhecimentos anteriores, religiosos, sociais e culturais.
Por outro lado, prática a medicina tradicional baseado em atitudes e crenças prevalecentes na comunidade, tendo em vista o bem estar físico, mental e social.
Esta informação foi avançada, hoje, em Maputo, pela vice-Ministra da Saúde, Aida Libombo, num encontro com jornalistas.
Segundo Libombo, é preciso criar uma instituição do género, de modo a permitir uma participação mais efectiva dos médicos tradicionais na melhoria da saúde pública no país, bem como na realização de estudos e pesquisas sobre plantas medicinais.
“É importante que exista uma instituição de medicina tradicional, de modo a juntar os médicos tradicionais, contribuindo para a melhoria das suas actividades”, disse. Aida Libombo referiu que um instituto de medicina tradicional poderia, por outro lado, criar normas para a actividade da medicina tradicional no país, dado que esta é necessária para o desenvolvimento de qualquer actividade.
A vice-Ministra explicou que esta acção respeita apenas a medicina tradicional, concretamente no uso de plantas medicinais para a cura de doenças, distanciando-se dos actos de bruxaria. “É preciso normatizar as actividades dos médicos tradicionais, como a atribuição de doenças a familiares. Por isso, o instituto deverá ter normas, regras para a prática da medicina tradicional, só assim poderemos melhorar a sua participação no melhoramento da saúde pública”, acrescentou ela.
Libombo referiu que os profissionais da medicina convencional devem possuir uma formação (básica) em medicina tradicional, por forma a saber recomendar o doente ao médico tradicional em caso de não conseguirem tratar alguma doença.
“E importante ter esse conhecimento, o nosso currículo não contempla e nem está preparado a acolher o ensino da medicina tradicional, mas já houve manifestação de interesse. O médico formal, quando não consegue resolver algum problema de saúde, ele não se sente confortável em recomendar ou referir sobre algo que não conhece”, considerou.
A criação de um instituto de medicina tradicional no país poderá salvaguardar a propriedade intelectual dos médicos tradicionais ou das comunidades a que pertencem.
Neste momento, os praticantes da medicina tradicional tem sido vítimas de roubo da sua propriedade intelectual, devido a falta de conhecimento sobre a questão.
O roubo da propriedade intelectual não afecta apenas os médicos tradicionais moçambicanos, mas também de outras partes do mundo, com mais incidência nos países em desenvolvimento.
“É preciso proteger o conhecimento local, porque infelizmente os praticantes da medicina tradicional não conhecem os seus direitos e facilmente são enganadas por pessoas que passam a usar esse conhecimento como sendo descoberta sua”, salientou.
Como forma de proteger a propriedade intelectual e a biodiversidade o MISAU tem um projecto conjunto com o Ministério para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA). Outrossim, tem uma parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) no domínio da pesquisa, realizando estudos conjuntos.
O médico tradicional é definido como sendo a pessoa reconhecida pela comunidade em que vive, com competências para prestar cuidados de saúde usando plantas, animais e minerais, bem como outros métodos baseados em conhecimentos anteriores, religiosos, sociais e culturais.
Por outro lado, prática a medicina tradicional baseado em atitudes e crenças prevalecentes na comunidade, tendo em vista o bem estar físico, mental e social.

