H5N1: MISAU lança campanha de vigilância
Maputo, 03 Jul (AIM) - O Ministro da Saúde, Paulo Ivo Garrido, lançou hoje a campanha de vigilância contra a gripe aviária causada pelo vírus do tipo H5N1, esforço a ser desenvolvido em todo o país e que será marcado por acções de sensibilização.
Garrido, que falava a imprensa disse que a educação das populações sobre as medidas a tomar “é fundamental para conter este mal em caso de eclosão” no país.
Para garantir o sucesso da campanha de sensibilização das populações, com maior enfoque para as zonas rurais, as autoridades contam com o apoio dos governos distritais, que deverão estar em alerta para reportar em tempo útil em caso de desconfiança ou ocorrência do vírus.
Por seu turno, o representante em Maputo da Organização Mundial da Saúde (OMS), El Hadi Benzerroug, disse que um bom programa de vigilância, sistema de Informação e comunicação eficientes bem como mobilização da população são condições indispensáveis para conter a eclosão deste mal em qualquer país.
Falando sobre a possibilidade do país ser afectado, Garrido considerou que a probabilidade da ocorrência do vírus H5N1 em Moçambique é muito maior, porque o país está na rota das aves migratória. Inclusive, as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Nampula, Cabo Delgado, Niassa e Zambézia foram identificadas como sendo zonas propensas a eclosão da gripe aviária.
“A probabilidade de Moçambique ser afectado é alta, mas podemos ficar tranquilos porque não há nenhum caso de surto. Mas é preciso estar em alerta, enquanto verificamos o que está a acontecer nos outros pais”, referiu.
Enquanto o vírus se propaga em África, Moçambique está a trabalhar com os seus parceiros para aquisição de medicamentos para conter a propagação em caso de tal chegar ao país. “Há um compromisso muito grande entre os nossos parceiros no caso de eclosão do surto no país. Não possuímos medicamentos e vacinas porque ainda não esta numa situação de epidemia, mas temos capacidade de diagnóstico a nível nacional. Contamos também com um laboratório regional, que se localiza na África do Sul para fazer analises”, acrescentou.
A OMS pôs a disposição de todos os países o Tamiflu, que é medicamento em uso no momento para reduzir a propagação do H5N1.
Para garantir o sucesso da campanha de sensibilização das populações, com maior enfoque para as zonas rurais, as autoridades contam com o apoio dos governos distritais, que deverão estar em alerta para reportar em tempo útil em caso de desconfiança ou ocorrência do vírus.
Por seu turno, o representante em Maputo da Organização Mundial da Saúde (OMS), El Hadi Benzerroug, disse que um bom programa de vigilância, sistema de Informação e comunicação eficientes bem como mobilização da população são condições indispensáveis para conter a eclosão deste mal em qualquer país.
Falando sobre a possibilidade do país ser afectado, Garrido considerou que a probabilidade da ocorrência do vírus H5N1 em Moçambique é muito maior, porque o país está na rota das aves migratória. Inclusive, as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Nampula, Cabo Delgado, Niassa e Zambézia foram identificadas como sendo zonas propensas a eclosão da gripe aviária.
“A probabilidade de Moçambique ser afectado é alta, mas podemos ficar tranquilos porque não há nenhum caso de surto. Mas é preciso estar em alerta, enquanto verificamos o que está a acontecer nos outros pais”, referiu.
Enquanto o vírus se propaga em África, Moçambique está a trabalhar com os seus parceiros para aquisição de medicamentos para conter a propagação em caso de tal chegar ao país. “Há um compromisso muito grande entre os nossos parceiros no caso de eclosão do surto no país. Não possuímos medicamentos e vacinas porque ainda não esta numa situação de epidemia, mas temos capacidade de diagnóstico a nível nacional. Contamos também com um laboratório regional, que se localiza na África do Sul para fazer analises”, acrescentou.
A OMS pôs a disposição de todos os países o Tamiflu, que é medicamento em uso no momento para reduzir a propagação do H5N1.

