40 mil doentes receberão tratamento anti-retroviral este ano
Maputo, 7 Jul (AIM) - O Governo moçambicano pretende garantir o tratamento anti-retroviral (TARV) a cerca de 40 mil doentes de HIV/SIDA, ainda este ano.
A Primeira Ministra (PM), Luísa Diogo, que revelou hoje o facto a jornalistas, garantiu que já existem fundos para o efeito no valor de 100 milhões de dólares norte-americanos (USD) doados pelo Banco Mundial e Organização das Nações Unidas (ONU).
Luisa Diogo falava momentos após presidir a cerimónia de assinatura de Memorandos de Entendimento para financiamento dos planos de combate ao HIV/SIDA entre o Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS) e quatro instituições do Ensino Superior, que teve lugar no seu Gabinete de Trabalho, em Maputo.
A PM reconheceu, porém, que no país ainda há falta de capacidade para chegar facilmente aos doentes, ter pessoal preparado para administrar o tratamento, que é "muito complexo", melhorar a nutrição das pessoas infectadas bem como garantir um acompanhamento mais aplicado dos serviços de saúde.
"Para os 40 mil doentes que pretendemos atingir este ano, as informações que temos, quer a nível das Nações Unidas e dos enviados especiais, é que continuaremos a contar com apoios que temos vindo a receber para que haja um efectivo combate a esta pandemia. Quanto a ONU, estamos assegurados e do Banco Mundial também tivemos o financiamento de 50 milhões de dólares que já estamos a usar", disse.
Luisa Diogo explicou que era intenção do Governo, não só duplicar o número de doentes com acesso ao tratamento anti-retroviral, como chegar a 50 ou 60 mil pessoas.
No ano passado, o Executivo tinha projectado atingir 20 mil pessoas com este tipo de tratamento, mas conseguiu apenas cerca de 19 mil.
O Governo comprometeu-se, em 2001, a tornar o acesso ao tratamento anti-retroviral acessível até 2010 a todas as pessoas que dele necessitam.
Actualmente, existem cerca de 200 mil seropositivos que necessitam de tratamento anti-retroviral no país, que regista um indíce de seroprevalência de 16,2 por cento.
Luisa Diogo falava momentos após presidir a cerimónia de assinatura de Memorandos de Entendimento para financiamento dos planos de combate ao HIV/SIDA entre o Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS) e quatro instituições do Ensino Superior, que teve lugar no seu Gabinete de Trabalho, em Maputo.
A PM reconheceu, porém, que no país ainda há falta de capacidade para chegar facilmente aos doentes, ter pessoal preparado para administrar o tratamento, que é "muito complexo", melhorar a nutrição das pessoas infectadas bem como garantir um acompanhamento mais aplicado dos serviços de saúde.
"Para os 40 mil doentes que pretendemos atingir este ano, as informações que temos, quer a nível das Nações Unidas e dos enviados especiais, é que continuaremos a contar com apoios que temos vindo a receber para que haja um efectivo combate a esta pandemia. Quanto a ONU, estamos assegurados e do Banco Mundial também tivemos o financiamento de 50 milhões de dólares que já estamos a usar", disse.
Luisa Diogo explicou que era intenção do Governo, não só duplicar o número de doentes com acesso ao tratamento anti-retroviral, como chegar a 50 ou 60 mil pessoas.
No ano passado, o Executivo tinha projectado atingir 20 mil pessoas com este tipo de tratamento, mas conseguiu apenas cerca de 19 mil.
O Governo comprometeu-se, em 2001, a tornar o acesso ao tratamento anti-retroviral acessível até 2010 a todas as pessoas que dele necessitam.
Actualmente, existem cerca de 200 mil seropositivos que necessitam de tratamento anti-retroviral no país, que regista um indíce de seroprevalência de 16,2 por cento.

