Sistema de pré-aviso permite maior controlo da malária
Londres, 02 Mar. (AIM) – A introdução dos modelos sofisticados de computadores nas previsões climáticas permitira antever o surto da malária dentro dum período de cinco meses, revelam estudos mais recentes da edição científica "Nature".
A malária mata anualmente mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, dum total de meio bilião de casos registados. A maioria destes casos ocorre em zonas onde a doença tem propor coes endémicas, e em certas condições ela aumenta drasticamente o número de óbitos.
Em Moçambique, 20 por cento das mulheres grávidas são portadores do parasita da malária, e entre 15 e 30 por cento das mortes maternas resultam da malária. A doença e, igualmente, a principal causa dos internamentos pediátricos e mortes no pais.
O clima afecta o desenvolvimento do parasita da malária e o comportamento do mosquito portador do mesmo. As informações mais recentes destes adventos científicos foram usadas para prever os altos ou baixos índices daquela doença.
O estudo desenvolvido pelo Instituto da Terra na Universidade Columbia nos Estados Unidos da America (EUA), publicado na Nature, retrata como os sistemas de aviso-prévio podem ajudar os serviços de saúde a prevenir e controlar a doença em áreas propensas.
A malária em Africa esta associada as áreas semi-aridas e húmidas, onde 124 milhões de pessoas são apontadas como estando em risco.
Os pesquisadores estudaram o caso do Botswana, que, após o drástico surto da malária em 1996, introduziu um sistema de pré-aviso. Ate muito recentemente, o sistema se baseava nas chuvas observadas que davam apenas um mes de alerta contra a malária.
Porem, o uso das previsões pluviométricas pelo projecto DEMETER permitiu encontrar uma correlação entre as epidemias e o fenómeno "El Nino" assim como outros que podem afectar as chuvas periódicas. Estas novas tecnologias permitem antever as chuvas em quatro meses se comparadas as anteriores.
Os autores afirmam que a melhoria dos serviços de aviso-prévio pode ajudar a melhorar a administração de insecticidas, medicamentos e outras medidas.
Todavia, os cientistas apontam, igualmente, que a informação só pode ser um instrumento para os decisores. A Nature, na sua conclusão, afirmou que a "habilidade do sistema de aviso-prévio contra a malária no melhoramento da alocação de recursos e assistência na redução da morbidade e mortalidade depende da capacidade dos decisores para usar efectivamente a nova informação em seu controlo".
Em Moçambique, 20 por cento das mulheres grávidas são portadores do parasita da malária, e entre 15 e 30 por cento das mortes maternas resultam da malária. A doença e, igualmente, a principal causa dos internamentos pediátricos e mortes no pais.
O clima afecta o desenvolvimento do parasita da malária e o comportamento do mosquito portador do mesmo. As informações mais recentes destes adventos científicos foram usadas para prever os altos ou baixos índices daquela doença.
O estudo desenvolvido pelo Instituto da Terra na Universidade Columbia nos Estados Unidos da America (EUA), publicado na Nature, retrata como os sistemas de aviso-prévio podem ajudar os serviços de saúde a prevenir e controlar a doença em áreas propensas.
A malária em Africa esta associada as áreas semi-aridas e húmidas, onde 124 milhões de pessoas são apontadas como estando em risco.
Os pesquisadores estudaram o caso do Botswana, que, após o drástico surto da malária em 1996, introduziu um sistema de pré-aviso. Ate muito recentemente, o sistema se baseava nas chuvas observadas que davam apenas um mes de alerta contra a malária.
Porem, o uso das previsões pluviométricas pelo projecto DEMETER permitiu encontrar uma correlação entre as epidemias e o fenómeno "El Nino" assim como outros que podem afectar as chuvas periódicas. Estas novas tecnologias permitem antever as chuvas em quatro meses se comparadas as anteriores.
Os autores afirmam que a melhoria dos serviços de aviso-prévio pode ajudar a melhorar a administração de insecticidas, medicamentos e outras medidas.
Todavia, os cientistas apontam, igualmente, que a informação só pode ser um instrumento para os decisores. A Nature, na sua conclusão, afirmou que a "habilidade do sistema de aviso-prévio contra a malária no melhoramento da alocação de recursos e assistência na redução da morbidade e mortalidade depende da capacidade dos decisores para usar efectivamente a nova informação em seu controlo".

