LAM retoma voos para Portugal este ano
Maputo, 12 Jan. (AIM) - A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, hoje, que vai retomar os seus voos para Portugal, na Europa, ao longo do primeiro semestre do presente ano.
A companhia aérea nacional deixou de “voar” para Portugal no início da década de 2000.
Em comunicado de imprensa recebido hoje pela AIM, a LAM anuncia, igualmente, que antes de iniciar os seus voos para Portugal, vai participar na 22/a edição da Bolsa de Turismo de Lisboa a decorrer de 13 a 17 do corrente mês, onde vai apresentar as potencialidades turísticas moçambicanas.
Durante a Bolsa, a companhia aérea nacional vai apresentar a experiência da sua operadora LAMTOURS, que se dedica à promoção e venda de pacotes turísticos com o objectivo de oferecer “serviços de alto padrão para satisfazer todos clientes, principalmente os mais exigentes”.
A empresa refere ainda, no comunicado, que quando terminar a Feira de Lisboa, a LAM vai apresentar em Madrid, Espanha, entre 20 e 24 de Janeiro corrente, as suas sugestões para o turismo em Moçambique.
“A presença nas duas grandes realizações de turismo em países europeus tem em vista divulgar a nova forma de conceber e dinamizar a actividade turística em Moçambique que é da iniciativa da LAM”, lê-se no comunicado.
A delegação moçambicana às duas feiras europeias, para além da LAM, integra representantes do Hotel Polana, do Parque Nacional de Gorongosa, Grupo Rani, Danatur (uma agência de viagens) e do Instituto Nacional do Turismo.
A LAM foi criada em 1936 com a designação de DETA (Direcção de Exploração de Transportes Aéreos) como uma divisão de exploração dos serviços dos Portos e Caminhos de Ferro.
Após a Independência, por decreto 8/80 de 19 de Novembro de 1980, é extinta a DETA e criada a LAM, uma empresa estatal sob tutela do Ministério dos Transportes e Comunicações.
Em 1998, ao abrigo do Decreto Lei 69/98 de 23 de Dezembro, a LAM é transformada em Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada, adoptando a denominação de Linhas Aéreas de Moçambique, S.A.R.L. Assim, o Estado possui actualmente 80 por cento das acções da nova sociedade formada e os gestores, técnicos e trabalhadores da LAM, os restantes 20 por cento.

