Caso desmobilizados de guerra / Governo procura solução
Maputo, 26 set 08 (AIM) - A Primeira-Ministra moçambicana, Luísa Diogo, garantiu ontem (Quinta-feira) que o Governo e os desmobilizados de guerra estão a trabalhar de modo a encontrar uma solução para os problemas recentemente apresentados por aquele grupo.
Os desmobilizados do sangrento conflito armado terminado em 1992 junatram-se no dia 16 de Setembro, em Maputo, para realizar uma manifestação pacífica destinada a exigir a garantia, pelo estado, do que alegam ser os seus direitos junto ao Estado.
Mas a manifestação veio a ser abortada pela Policia moçambicana (PRM) que justificava ser ilegal. Na ocasião, a PRM deteve 19 desmobilizados durante dois dias e agora eles aguardam o julgamento marcado para o dia 2 de Outubro próximo.
Entre outras reivindicações, os desmobilizados exigem o pagamento de pensões condignas, a garantia da assistência médica e medicamentosa e às viúvas e órfãos de membros do grupo já falecidos, direito a educação, entre outros direitos também atribuídos aos antigos combatentes de libertação nacional.
Falando à imprensa depois da cerimónia de deposição de flores em homenagem aos heróis nacionais por ocasião do dia do Inicio da Luta Armada e das Forças Armadas de Libertação Nacional, Luísa Diogo disse que “estamos a trabalhar com eles. Temos uma comissão para o efeito e eles também estão organizados e estamos a trabalhar porque aquilo que são as reivindicações estão viradas para a área social”.
Segundo aquela governante, as preocupações dos desmobilizados de guerra estão relacionadas com a sua melhor participação no processo de desenvolvimento nacional.
Ela disse que, as negociações em curso têm enfoque para as componentes de pagamento de pensões, programas de reinserção social e a de participação mais activa daquele grupo no processo de desenvolvimento da sociedade.
Mas a manifestação veio a ser abortada pela Policia moçambicana (PRM) que justificava ser ilegal. Na ocasião, a PRM deteve 19 desmobilizados durante dois dias e agora eles aguardam o julgamento marcado para o dia 2 de Outubro próximo.
Entre outras reivindicações, os desmobilizados exigem o pagamento de pensões condignas, a garantia da assistência médica e medicamentosa e às viúvas e órfãos de membros do grupo já falecidos, direito a educação, entre outros direitos também atribuídos aos antigos combatentes de libertação nacional.
Falando à imprensa depois da cerimónia de deposição de flores em homenagem aos heróis nacionais por ocasião do dia do Inicio da Luta Armada e das Forças Armadas de Libertação Nacional, Luísa Diogo disse que “estamos a trabalhar com eles. Temos uma comissão para o efeito e eles também estão organizados e estamos a trabalhar porque aquilo que são as reivindicações estão viradas para a área social”.
Segundo aquela governante, as preocupações dos desmobilizados de guerra estão relacionadas com a sua melhor participação no processo de desenvolvimento nacional.
Ela disse que, as negociações em curso têm enfoque para as componentes de pagamento de pensões, programas de reinserção social e a de participação mais activa daquele grupo no processo de desenvolvimento da sociedade.

