‘Made in Mozambique’ é positivo
Maputo, 29 Ago (AIM) - O Ministério moçambicano da Indústria e Comércio (MIC) faz um balanço positivo da Campanha ‘Made in Mozambique’, a avaliar pelo número elevado de empresas que aguardam a obtenção da senha que representa a inovação, neste momento estimadas em 50.
Falanado hoje, em Maputo, numa conferência de imprensa destinada a dar a conhecer o ponto de situação desta iniciativa, a directora da Unidade Técnica de Promoção de Produtos Nacionais, Olga Gomes, explicou que esta campanha, lançada em Janeiro deste ano, foi criada para a consciencialização dos moçambicanos para “produzir, consumir e exportar produtos nacionais, sejam eles agrícolas, transformados, destinos turisticos, obras de artes” entre outros.
Por outro lado, a iniciativa foi criada com vista a preparar as empresas moçambicanas para a integração a ocorrer na região da SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da Africa Austral), com a remoção das barreiras comerciais até 2012, com a excepção da África do Sul.
Actualmente, segundo Gomes, o MIC está a ciar condições infraestruturais para apoiar as empresas de modo a produzirem produtos com maior qualidade.
Neste contexto, a instituição tem em vista a modernização de equipamento e formação do pessoal existente nos institutos nacionais de Investigação Agrária, de Veterinária e de Testagem de Alimentos, processo iniciado no ano passado com e cuja duração estima-se em dois anos.
O MIC apenas atribui a senha ‘Made in Mozambique’ á empresas que, além de observar as suas obrigações fiscais diante do Estado, pagam regularmente salários e o sistema de seguro social aos seus trabalhadores, produzam produtos com qualidade aceitável e que sejam reconhecidas ao nível internacional.
Até agora, apenas as Linhas Áereas de Moçambique (LAM), a Companhia Nacional de Canto e Dança, o programa da Televisão de Moçambique (TVM) “Ver Moçambique” e a Companhia Industrial da Matola é que receberam a certificação da campanha “Made in Mozambique”.
Por causa da sangrenta guerra civil de 16 anos (até 1992) em Moçambique, todos os produtos conheceram uma queda de qualidade, facto que ditou também a uma baixa de consumo dos mesmos, cenário que, segundo Olga Gomes, está a registar uma mudança considerável, visto que agora o país já produz o suficiente.
Por outro lado, a iniciativa foi criada com vista a preparar as empresas moçambicanas para a integração a ocorrer na região da SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da Africa Austral), com a remoção das barreiras comerciais até 2012, com a excepção da África do Sul.
Actualmente, segundo Gomes, o MIC está a ciar condições infraestruturais para apoiar as empresas de modo a produzirem produtos com maior qualidade.
Neste contexto, a instituição tem em vista a modernização de equipamento e formação do pessoal existente nos institutos nacionais de Investigação Agrária, de Veterinária e de Testagem de Alimentos, processo iniciado no ano passado com e cuja duração estima-se em dois anos.
O MIC apenas atribui a senha ‘Made in Mozambique’ á empresas que, além de observar as suas obrigações fiscais diante do Estado, pagam regularmente salários e o sistema de seguro social aos seus trabalhadores, produzam produtos com qualidade aceitável e que sejam reconhecidas ao nível internacional.
Até agora, apenas as Linhas Áereas de Moçambique (LAM), a Companhia Nacional de Canto e Dança, o programa da Televisão de Moçambique (TVM) “Ver Moçambique” e a Companhia Industrial da Matola é que receberam a certificação da campanha “Made in Mozambique”.
Por causa da sangrenta guerra civil de 16 anos (até 1992) em Moçambique, todos os produtos conheceram uma queda de qualidade, facto que ditou também a uma baixa de consumo dos mesmos, cenário que, segundo Olga Gomes, está a registar uma mudança considerável, visto que agora o país já produz o suficiente.

