Guebuza inaugura 42ª edição da FACIM
Maputo, 28 Ago (AIM) - O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, apelou hoje aos operadores económicos de Moçambique para que se preparem para os desafios que se impõem no quadro da criação da Zona de Comércio Livre na Comunidade para o Desenvolvimento da Africa Austral (SADC) de que o país é membro. A SADC definiu 2008 como meta para a criação da Zona de Comércio Livre na região e, em 2015, o Mercado Comum.
Guebuza, que falava durante a cerimónia de abertura da 42ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), apontou como desafios para os agentes económicos nacionais, a melhoria da qualidade dos seus produtos, incremento da produtividade e uma maior competitividade dos produtos nacionais, quer no mercado nacional quer no mercado regional, estimado em cerca de 200 milhões de consumidores.
O Presidente assegurou que o governo moçambicano continuará a privilegiar e a potenciar os mecanismos de diálogo com o sector privado para, por um lado, continuar a identificar e a remover os obstáculos que se colocam à melhoria do ambiente de negócios e, por outro, para que o país tire benefícios resultantes da implementação do Protocolo Comercial aquele instrumento jurídico impulsionador da integração regional.
Guebuza reconheceu que a qualidade dos produtos nacionais tem vindo a crescer, como tem sido demonstrado em cada edição da feira.
O chefe do Estado considerou a FACIM como um espaço privilegiado para aqueles que procuram alargar, diversificar, consolidar e expandir os seus negócios. “Abre-se igualmente como um fórum relevante para aqueles que estão ávidos em explorar novas oportunidades de parcerias empresariais”, disse ele.
Segundo o Presidente, a feira demonstra a vitalidade económica do país e as relações existentes com as empresas de outros quadrantes do mundo.
Guebuza recordou aos agentes económicos nacionais de que o distrito é o pólo de desenvolvimento e que o mesmo se coloca no centro das atenções do governo. Sendo assim, segundo ele, tornasse necessário identificar e explorar as potencialidades existentes, maximizando e aproveitando as vantagens comparativas de que os distritos possuem.
Estão representados nesta 42ª edição da FACIM 13 países e cerca de 530 expositores.
O Presidente assegurou que o governo moçambicano continuará a privilegiar e a potenciar os mecanismos de diálogo com o sector privado para, por um lado, continuar a identificar e a remover os obstáculos que se colocam à melhoria do ambiente de negócios e, por outro, para que o país tire benefícios resultantes da implementação do Protocolo Comercial aquele instrumento jurídico impulsionador da integração regional.
Guebuza reconheceu que a qualidade dos produtos nacionais tem vindo a crescer, como tem sido demonstrado em cada edição da feira.
O chefe do Estado considerou a FACIM como um espaço privilegiado para aqueles que procuram alargar, diversificar, consolidar e expandir os seus negócios. “Abre-se igualmente como um fórum relevante para aqueles que estão ávidos em explorar novas oportunidades de parcerias empresariais”, disse ele.
Segundo o Presidente, a feira demonstra a vitalidade económica do país e as relações existentes com as empresas de outros quadrantes do mundo.
Guebuza recordou aos agentes económicos nacionais de que o distrito é o pólo de desenvolvimento e que o mesmo se coloca no centro das atenções do governo. Sendo assim, segundo ele, tornasse necessário identificar e explorar as potencialidades existentes, maximizando e aproveitando as vantagens comparativas de que os distritos possuem.
Estão representados nesta 42ª edição da FACIM 13 países e cerca de 530 expositores.

