PIB per capita subiu nos últimos quatro anos
Namaacha (Moçambique), 24 Fev 09 (AIM) – O Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresceu nos últimos quatro anos em Moçambique ao passar dos 301 dólares norteamericanos (USD), em 2004, para 473 no passado ano de 2008, um crescimento de cerca de 50 por cento.
Em 2006, o PIB per capita foi de 356 USD, segundo revelou hoje, no município fronteiriço da Namaacha, o porta-voz do Governo moçambicano, Luís Covane. Falando a jornalistas a margem do "Retiro de Balanço do Programa Quinquenal do Governo" que decorre naquele ponto do Sul do país, desde ontem, Covane disse que apesar dos factores adversos o quadro macroeconómico continua positivo.
Com efeito, segundo ele, a taxa de crescimento económico em 2004 foi de 7,5 por cento, para em 2006 atingir 8,5 por cento. Em 2008 a taxa de crescimento baixou para 6,5 por cento. Em 2009, a previsão vai para um crescimento entre seis e oito por cento.
De acordo com Covane, a crise alimentar, decombustíveis e financeiro no mundo afectou alguns programas de desenvolvimento em Moçambique. Covane disse que o país está numa situação em que alguns projectos tiveram de ser recalendarizados, tais são os casos dos projectos da refinaria de petróleo de Nacala e o projecto da barragem de M’panda Nkua, Norte e Centro de Moçambique, respectivamente.
Questionado sobre o futuro do projecto das areias pesadas de Chibuto, no Sul de Moçambique, Covane disse que “até aqui não há nada que pode nos forçar a declarar que este e outros projectos faliram”.
Enquanto isso, Covane recordou que foi por causa da crise que o Governo teve de subsidiar os combustíveis, investir na compra de novos autocarros, 100 dos quais em 2008, para evitar a subida das tarifas praticadas pelos vulgos “chapas”, entre outras intervenções. Ele recordou que foi por causa da ameaça da subida do preço dos “chapas” que iniciaram as manifestações violentas no país.
Com efeito, segundo ele, a taxa de crescimento económico em 2004 foi de 7,5 por cento, para em 2006 atingir 8,5 por cento. Em 2008 a taxa de crescimento baixou para 6,5 por cento. Em 2009, a previsão vai para um crescimento entre seis e oito por cento.
De acordo com Covane, a crise alimentar, decombustíveis e financeiro no mundo afectou alguns programas de desenvolvimento em Moçambique. Covane disse que o país está numa situação em que alguns projectos tiveram de ser recalendarizados, tais são os casos dos projectos da refinaria de petróleo de Nacala e o projecto da barragem de M’panda Nkua, Norte e Centro de Moçambique, respectivamente.
Questionado sobre o futuro do projecto das areias pesadas de Chibuto, no Sul de Moçambique, Covane disse que “até aqui não há nada que pode nos forçar a declarar que este e outros projectos faliram”.
Enquanto isso, Covane recordou que foi por causa da crise que o Governo teve de subsidiar os combustíveis, investir na compra de novos autocarros, 100 dos quais em 2008, para evitar a subida das tarifas praticadas pelos vulgos “chapas”, entre outras intervenções. Ele recordou que foi por causa da ameaça da subida do preço dos “chapas” que iniciaram as manifestações violentas no país.

