Produção de bio combustíveis não vai afectar produção de culturas alimentares
Brasília, 10 Set 07 (AIM) - O Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, reuniu-se hoje (Sábado) com os Ministros da Educação, Fernando Hadad, e da Cultura, Gilberto Gil, duas das varias áreas que os Governos dos dois países decidiram reforçar a cooperação.
Durante a visita do Chefe do Estado ao Brasil, que termina hoje, os Governos dos dois países assinaram seis protocolos de cooperação, um dos quais precisamente na área de educação a distância e incentivo a formação científica de estudantes moçambicanos.
Embora ainda não haja acordo formalizado, uma das áreas com grande potencial para crescer rapidamente no país é o das indústrias culturais, particularmente na criação artística, literária, produção áudio-visual, entre outras.
Guebuza convidou os brasileiros a investirem também neste sector, frisando que existe matéria-prima substantiva para o desenvolvimento das indústrias culturais, onde o Brasil pode oferecer a sua vasta e reconhecida experiência.
O Chefe do Estado moçambicano convidou ainda o seu homólogo brasileiro, Lula da Silva, para visitar Moçambique, convite aceite, cuja data esta a ser acertada por canais diplomáticos dos dois países.
Lula da Silva, ora no segundo mandato após ser reconduzido no ano passado (2006), esta no poder desde 2003 e nesse mesmo ano efectuou uma visita ao país.
Moçambique conta com o Brasil como seu principal parceiro na América do Sul. Ambos os Governos reconhecem que as trocas comerciais são muito fracas, estando determinados a juntos trabalharem para inverter a situação, envolvendo no processo o sector privado.
Brasil vai assistir Moçambique na produção de biocombustíveis para reduzir os custos de importação de combustíveis e gerar emprego e rendimento. O Presidente Guebuza, falando a jornalistas moçambicanos, disse que Moçambique quer fazer com que a produção deste recurso energético não defraude as expectativas dos moçambicanos e que a intensificação e massificação da sua produção não afecte a produção de culturas alimentares.
Afastando qualquer cepticismo, Guebuza disse o país vem produzindo secularmente algodão, tabaco e outras culturas mas que estas nunca substituíram vao afectar a produção alimentar. "Estamos conscientes de manter a produção alimentar e utilizar o biocombustivel como outra fonte de emprego e rendimento. Estamos preparados para vermos como podemos fazer com que efectivamente a produção deste recurso em grandes quantidades possa aumentar a renda do produtor, do camponês”, disse.
Na Sexta-feira, Guebuza participou nas celebrações do Dia Nacional do Brasil como convidado especial de honra do estadista anfitrião, Lula da Silva. Cerca de 30 mil pessoas participaram no desfile militar que marcou a passagem da efeméride e onde os vários ramos do Exército brasileiro fizeram as suas demonstrações, com destaque para a força aérea e marinha, muito aplaudidos a semelhança dos contingentes que integraram forças de manutenção da paz das Nações Unidas em vários países, incluindo Moçambique onde o brasileiro Alfo Ajjelo foi o representante especial do Secretário-geral da ONU. O verde e amarelo, cores dominantes da bandeira brasileira, coloriram a parada militar.
No seu discurso a Nação, por ocasião do 185o aniversário da independência do Brasil, Lua da Silva traçou um cenário de animação da economia, mas as alertou para crises externas. Segundo Lula da Silva, o país tem solidez económica e política, alem de viver um “amplo movimento de inclusão social”.
Segundo ele, mais de 8 milhões de brasileiros saíram do limite da linha de pobreza graças as políticas económicas e sociais adotadas pelo seu Governo.
Entretanto, afirmou que é preciso manter a vigilância para evitar que o país seja atingido pelas turbulências económicas externas. Lula da Silva, no poder desde 2003, disse, porem, ser um cidadão insatisfeito porque ainda há uma divida social com os mais pobres, a classe media dificuldades e o sector produtivo necessita de incentivos.
“Sou hoje o brasileiro mais satisfeito e o mais insatisfeito deste pais. O mais satisfeito porque tenho a honra de liderar um processo muito especial de transformar de transformação do país. O mais insatisfeito porque estou convencido de que podemos andar ainda mais rápido e melhor”, disse Lula, acrescentando que as oportunidades de emprego estão crescendo e a miséria diminuindo, mas o país precisa crescer mais.
Embora ainda não haja acordo formalizado, uma das áreas com grande potencial para crescer rapidamente no país é o das indústrias culturais, particularmente na criação artística, literária, produção áudio-visual, entre outras.
Guebuza convidou os brasileiros a investirem também neste sector, frisando que existe matéria-prima substantiva para o desenvolvimento das indústrias culturais, onde o Brasil pode oferecer a sua vasta e reconhecida experiência.
O Chefe do Estado moçambicano convidou ainda o seu homólogo brasileiro, Lula da Silva, para visitar Moçambique, convite aceite, cuja data esta a ser acertada por canais diplomáticos dos dois países.
Lula da Silva, ora no segundo mandato após ser reconduzido no ano passado (2006), esta no poder desde 2003 e nesse mesmo ano efectuou uma visita ao país.
Moçambique conta com o Brasil como seu principal parceiro na América do Sul. Ambos os Governos reconhecem que as trocas comerciais são muito fracas, estando determinados a juntos trabalharem para inverter a situação, envolvendo no processo o sector privado.
Brasil vai assistir Moçambique na produção de biocombustíveis para reduzir os custos de importação de combustíveis e gerar emprego e rendimento. O Presidente Guebuza, falando a jornalistas moçambicanos, disse que Moçambique quer fazer com que a produção deste recurso energético não defraude as expectativas dos moçambicanos e que a intensificação e massificação da sua produção não afecte a produção de culturas alimentares.
Afastando qualquer cepticismo, Guebuza disse o país vem produzindo secularmente algodão, tabaco e outras culturas mas que estas nunca substituíram vao afectar a produção alimentar. "Estamos conscientes de manter a produção alimentar e utilizar o biocombustivel como outra fonte de emprego e rendimento. Estamos preparados para vermos como podemos fazer com que efectivamente a produção deste recurso em grandes quantidades possa aumentar a renda do produtor, do camponês”, disse.
Na Sexta-feira, Guebuza participou nas celebrações do Dia Nacional do Brasil como convidado especial de honra do estadista anfitrião, Lula da Silva. Cerca de 30 mil pessoas participaram no desfile militar que marcou a passagem da efeméride e onde os vários ramos do Exército brasileiro fizeram as suas demonstrações, com destaque para a força aérea e marinha, muito aplaudidos a semelhança dos contingentes que integraram forças de manutenção da paz das Nações Unidas em vários países, incluindo Moçambique onde o brasileiro Alfo Ajjelo foi o representante especial do Secretário-geral da ONU. O verde e amarelo, cores dominantes da bandeira brasileira, coloriram a parada militar.
No seu discurso a Nação, por ocasião do 185o aniversário da independência do Brasil, Lua da Silva traçou um cenário de animação da economia, mas as alertou para crises externas. Segundo Lula da Silva, o país tem solidez económica e política, alem de viver um “amplo movimento de inclusão social”.
Segundo ele, mais de 8 milhões de brasileiros saíram do limite da linha de pobreza graças as políticas económicas e sociais adotadas pelo seu Governo.
Entretanto, afirmou que é preciso manter a vigilância para evitar que o país seja atingido pelas turbulências económicas externas. Lula da Silva, no poder desde 2003, disse, porem, ser um cidadão insatisfeito porque ainda há uma divida social com os mais pobres, a classe media dificuldades e o sector produtivo necessita de incentivos.
“Sou hoje o brasileiro mais satisfeito e o mais insatisfeito deste pais. O mais satisfeito porque tenho a honra de liderar um processo muito especial de transformar de transformação do país. O mais insatisfeito porque estou convencido de que podemos andar ainda mais rápido e melhor”, disse Lula, acrescentando que as oportunidades de emprego estão crescendo e a miséria diminuindo, mas o país precisa crescer mais.

