Destilaria de gás doméstico só em 2009
Maputo, 04 Set 07 (AIM) – Moçambique vai produzir, a partir de 2009, cerca de 20 mil toneladas de gás de cozinha por ano, segundo o Ministro da Energia, Salvador Namburete. Com esta quantidade, o país estaria a produzir muito acima das actuais necessidades em gás de cozinha que rondam as 14 mil toneladas anuais.
Para este efeito, arranca já no próximo ano de 2008 a construção, no distrito de Pande, na província meridional de Inhambane, de uma destilaria para transformar o condensado de gás natural, em gás doméstico. Esta destilaria deverá ser concluída até os meados de 2009. Namburete garantiu ao “Notícias” que existe um investimento calculado em 20 milhões de dólares norte-americanos e um potencial para se expandir a capacidade de produção de gás doméstico para 35 mil toneladas anuais.
Assim sendo, Moçambique estará em perfeitas condições de responder a demanda interna, mas também a dos países vizinhos que nos últimos anos tem registado um défice acentuado de derivados do petróleo, incluindo o gás de cozinha.
Um estudo récem-realizado pela Empresa moçambicana de Petróleos (Petromoc) e a petroquímica sul-africana, a SASOL, mostra que são necessários pelo menos 18 meses para a conclusão da destilaria.
“A verdade é que já não havemos de estar numa situação como aquela a que estivemos expostos no ano passado, em que de repente ficamos sem gás”, disse o Ministro, acrescentando que o objectivo é usar os recursos internos para reduzir a dependência.
A crise de gás doméstico que se abateu sobre o país, em 2006, colocou a necessidade de se avançar rapidamente com o projecto de construção de uma destilaria. O governo tinha inicialmente projectado uma destilaria para o petróleo de iluminação e não para o gás, mas devidoa situação que se registou a estratégia foi alterada.
Actualmente, o país está numa fase experimental de utilização do gás natural para mover autocarros, uma das medidas de mitigação dos vários problemas decorrentes da alta de preços de combustíveis líquidos, em particular nos transportes públicos.
Pelo menos quatro unidades dos Transportes Públicos de Maputo (TPM) já funcionam com base no gás natural. O Ministro fez saber que os TPM estão satisfeitos com a experiência e tem já um programa de aquisição de mais autocarros movidos a gás natural.
Assim sendo, Moçambique estará em perfeitas condições de responder a demanda interna, mas também a dos países vizinhos que nos últimos anos tem registado um défice acentuado de derivados do petróleo, incluindo o gás de cozinha.
Um estudo récem-realizado pela Empresa moçambicana de Petróleos (Petromoc) e a petroquímica sul-africana, a SASOL, mostra que são necessários pelo menos 18 meses para a conclusão da destilaria.
“A verdade é que já não havemos de estar numa situação como aquela a que estivemos expostos no ano passado, em que de repente ficamos sem gás”, disse o Ministro, acrescentando que o objectivo é usar os recursos internos para reduzir a dependência.
A crise de gás doméstico que se abateu sobre o país, em 2006, colocou a necessidade de se avançar rapidamente com o projecto de construção de uma destilaria. O governo tinha inicialmente projectado uma destilaria para o petróleo de iluminação e não para o gás, mas devidoa situação que se registou a estratégia foi alterada.
Actualmente, o país está numa fase experimental de utilização do gás natural para mover autocarros, uma das medidas de mitigação dos vários problemas decorrentes da alta de preços de combustíveis líquidos, em particular nos transportes públicos.
Pelo menos quatro unidades dos Transportes Públicos de Maputo (TPM) já funcionam com base no gás natural. O Ministro fez saber que os TPM estão satisfeitos com a experiência e tem já um programa de aquisição de mais autocarros movidos a gás natural.

