Ponte sobre o Limpopo já atrai investimentos
Chókwè (Moçambique), 11 Set (AIM)- A ponte sobre o Rio Limpopo, que liga os distritos de Chókwè e Guijá, na província meridional de Gaza, já começa a atrair investimentos a estes dois pontos do país.
As obras de construção da ponte destruída pelas cheias de 2000 caminham a passos largos para a sua conclusão, prevista para o mês de Dezembro próximo. De acordo com o administrador de Guijá, Zacarias Mandlate, há pessoas que já manifestaram interesse de investir no distrito, porque estão a ver um futuro promissor com a ponte sobre o rio Limpopo.
Um dos grandes indicadores desta afirmação do administrador é a instalação da Fábrica de Produção de Açúcar naquele distrito, que deverá começar a funcionar a partir do próximo ano (2008). Trata-se da primeira infraestrutura de grande dimensão naquele distrito, que é vulnerável a bolsas de fome, por ser ciclicamente afectada por secas.
Segundo o administrador, a fábrica vai ser instalada na localidade de Chinhacanine e, neste momento, decorrem consultas comunitárias para a cedência de espaços para a Companhia Açucareira de Moçambique, processo que deverá ser concluído ainda este mês (Setembro).
Depois de concluída a fase de auscultação das comunidades, inicia a preparação da terra para a plantação da matéria-prima (cana-de-açúcar), com a a locação de maquinaria necessária. As obras de construção da fábricainiciam em Novembro próximo e, de acordo com Mandlate, já se fez a verificação do local para a instalação da mesma.
“ Já foi feito o estudo de viabilidade que mostra que são necessários 22 mil hectares de terra para a produção da cana-de-açúcar. Por isso, toda a zona a jusante da Barragem de Macarretane, no distrito de Chókwè, e o limite com o distrito de Chibuto, bem como a zona de Chibabele, até Chinhacanine (Guijá) vão ser concessionadas à Companhia Açucareira de Moçambique”, revelou.
O administrador explicou que, com esta fábrica, pretende-se rentabilizar as terras férteis e localizadas na margem do rio, que neste momento estão a ser subaproveitada pelas populações. “Com este projecto pretendemos rentabilizar os solos adormecidos porque a população não está a usar convenientemente essas terras que são boas para a agricultura. As populações não têm capacidades para explorar estas terras porque não possuem recursos financeiros para aquisição de sementes, fertilizantes e maquinaria agrícola”, disse
Para Mandlate, este projecto vai beneficiar a população no acesso a água. Isto vai permitir as populações produzirem e aumentarem a produtividade. Por outro lado, segundo ele, algumas pessoas poderão trabalhar para a empresa, assim como agricultores terão a possibilidade de vender os seus produtos aquela empresa.
“A Companhia Açucareira de Moçambique vai construir canais de rega para as machambas da empresa e para as da população, e isso será bom porque a produção e produtividade dos camponeses vai aumentar”, acrescentou.
O Administrador de Guijá não avançou o valor do investimento a locado a este projecto, que poderá servir de alavanca para o desenvolvimento daquele distrito.
Um dos grandes indicadores desta afirmação do administrador é a instalação da Fábrica de Produção de Açúcar naquele distrito, que deverá começar a funcionar a partir do próximo ano (2008). Trata-se da primeira infraestrutura de grande dimensão naquele distrito, que é vulnerável a bolsas de fome, por ser ciclicamente afectada por secas.
Segundo o administrador, a fábrica vai ser instalada na localidade de Chinhacanine e, neste momento, decorrem consultas comunitárias para a cedência de espaços para a Companhia Açucareira de Moçambique, processo que deverá ser concluído ainda este mês (Setembro).
Depois de concluída a fase de auscultação das comunidades, inicia a preparação da terra para a plantação da matéria-prima (cana-de-açúcar), com a a locação de maquinaria necessária. As obras de construção da fábricainiciam em Novembro próximo e, de acordo com Mandlate, já se fez a verificação do local para a instalação da mesma.
“ Já foi feito o estudo de viabilidade que mostra que são necessários 22 mil hectares de terra para a produção da cana-de-açúcar. Por isso, toda a zona a jusante da Barragem de Macarretane, no distrito de Chókwè, e o limite com o distrito de Chibuto, bem como a zona de Chibabele, até Chinhacanine (Guijá) vão ser concessionadas à Companhia Açucareira de Moçambique”, revelou.
O administrador explicou que, com esta fábrica, pretende-se rentabilizar as terras férteis e localizadas na margem do rio, que neste momento estão a ser subaproveitada pelas populações. “Com este projecto pretendemos rentabilizar os solos adormecidos porque a população não está a usar convenientemente essas terras que são boas para a agricultura. As populações não têm capacidades para explorar estas terras porque não possuem recursos financeiros para aquisição de sementes, fertilizantes e maquinaria agrícola”, disse
Para Mandlate, este projecto vai beneficiar a população no acesso a água. Isto vai permitir as populações produzirem e aumentarem a produtividade. Por outro lado, segundo ele, algumas pessoas poderão trabalhar para a empresa, assim como agricultores terão a possibilidade de vender os seus produtos aquela empresa.
“A Companhia Açucareira de Moçambique vai construir canais de rega para as machambas da empresa e para as da população, e isso será bom porque a produção e produtividade dos camponeses vai aumentar”, acrescentou.
O Administrador de Guijá não avançou o valor do investimento a locado a este projecto, que poderá servir de alavanca para o desenvolvimento daquele distrito.

