Luta contra a pobreza na agenda internacional
Londres, 06 Dezembro (AIM) - O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, congratulou-se com o facto de a luta contra a pobreza no mundo estar a merecer, nesta última década, importância nas agendas internacionais. Guebuza, que falava em Londres, durante uma palestra sobre “O Dierito de Não ser Pobre É um Direito Humano”, disse que este reconhecimento surge do facto de a estabilidade mundial depender em grande medida da necessidade de se garantir o bem estar do Homem.
No encontro que decorreu no “Chatham House”, sede do Instituto Real para os Assuntos Internacionais, em Londres, Guebuza sublinhou que já não se justifica um mundo em que a maioria das pessoas continua a viver sob privações.
O Estadista moçambicano alertou que este tipo de problemas pode constituir um terreno fértil para o surgimento de diverso tipo de conflitos, incluindo o terrorismo, com impacto negativo na estabilidade mundial e na sobrevivência da espécie humana.
O alerta de Guebuza estendeu-se para os países ricos que poderão enfrentar consequências negativas de situações de pessoas vivendo em desespero, passando fome, sofrendo de doenças, entre outros males, por lhes ser negado espaço para participarem e compartilhar a riqueza.
Ele apontou que enfrentar o desafio de acabar com as privações no seio dos Homens é um investimento efectivo e não unicamente uma acção humanitária.
Na sua comunicação intitulada “O papel da colaboração internacional na luta contra a pobreza em Moçambique”, Guebuza disse que no país a luta contra este mal data desde 1962, ano em que foi fundanda a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), movimento que conduziu a luta armada de libertação até a independência nacional, em 1975.
Esta luta, Segundo Guebuza, esteve sempre no centro dos ideais do fundador e Primeiro Presidente da Frelimo, o Partido no poder em Moçambique, o falecido Eduardo Mondlane.
Mondlane, no seu livro “Lutar por Moçambique”, escrito durante a luta de libertação nacional, disse, entre outros fundamentos da vida humana, que a liberdade não significa apenas saber escrever a língua portuguesa, mas sim um reconhecimento da cidadania e criação de espaço para o desenvolvimento da nação moçambicana.
Hoje, último dia da sua vista ao Reino Unido, Guebuza foi recebido pela Rainha Elizabeth II, e pelo Primeiro-Ministro, Tony Blair, entre outros encontros, incluindo, o que manteve com os Chefes de Missão da União Africana em Londres.
Guebuza deixa Londres na Quarta-feira, com destino a Cartum, Sudão, onde vai participar na Cimeira dos Países do Grupo Africa, Caraibas e Pacífico (ACP), antes de rumar para Tanzania, onde, a 9 do mês corrente, participara nas celebrações do 45º aniversário da independência daquele país da Africa Austral, berço da luta armada de libertação de Moçambique.
O Estadista moçambicano alertou que este tipo de problemas pode constituir um terreno fértil para o surgimento de diverso tipo de conflitos, incluindo o terrorismo, com impacto negativo na estabilidade mundial e na sobrevivência da espécie humana.
O alerta de Guebuza estendeu-se para os países ricos que poderão enfrentar consequências negativas de situações de pessoas vivendo em desespero, passando fome, sofrendo de doenças, entre outros males, por lhes ser negado espaço para participarem e compartilhar a riqueza.
Ele apontou que enfrentar o desafio de acabar com as privações no seio dos Homens é um investimento efectivo e não unicamente uma acção humanitária.
Na sua comunicação intitulada “O papel da colaboração internacional na luta contra a pobreza em Moçambique”, Guebuza disse que no país a luta contra este mal data desde 1962, ano em que foi fundanda a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), movimento que conduziu a luta armada de libertação até a independência nacional, em 1975.
Esta luta, Segundo Guebuza, esteve sempre no centro dos ideais do fundador e Primeiro Presidente da Frelimo, o Partido no poder em Moçambique, o falecido Eduardo Mondlane.
Mondlane, no seu livro “Lutar por Moçambique”, escrito durante a luta de libertação nacional, disse, entre outros fundamentos da vida humana, que a liberdade não significa apenas saber escrever a língua portuguesa, mas sim um reconhecimento da cidadania e criação de espaço para o desenvolvimento da nação moçambicana.
Hoje, último dia da sua vista ao Reino Unido, Guebuza foi recebido pela Rainha Elizabeth II, e pelo Primeiro-Ministro, Tony Blair, entre outros encontros, incluindo, o que manteve com os Chefes de Missão da União Africana em Londres.
Guebuza deixa Londres na Quarta-feira, com destino a Cartum, Sudão, onde vai participar na Cimeira dos Países do Grupo Africa, Caraibas e Pacífico (ACP), antes de rumar para Tanzania, onde, a 9 do mês corrente, participara nas celebrações do 45º aniversário da independência daquele país da Africa Austral, berço da luta armada de libertação de Moçambique.

