Para breve isenção de vistos entre Moçambique e Tanzânia
Dar Es Salaam, 08 Dezembro (AIM) – O acordo de supressão de vistos de entrada entre Moçambique e Tanzânia poderá entrar em vigor dentro em breve, garantiu hoje (Sexta-feira) o Embaixador moçambicano na Tanzânia, Zacarias Kupela.
Segundo Kupela, o Parlamento tanzaniano aprovou, no passado mês de Novembro, uma proposta nesse sentido, faltando apenas o aval do Presidente deste país, Jakaya kikwete.
O diplomata moçambicano disse esperar que o estadista tanzaniano se pronuncie sobre este assunto logo que terminarem as festividades do 45º aniversario da independência deste país, que tem o seu ponto máximo este Sábado.
O Presidente moçambicano Armando Guebuza, esperado hoje na Tanzania, é um dos sete Chefes de Estado e Governo que tomam parte neste evento.
Em declarações a imprensa moçambicana, em Dar Es Salaam, Kupela disse que a permanência máxima dos que querem visitar um dos dois países poderá ser de 90 dias, segundo uma proposta tanzaniana.
“Eles querem que a permanência nos dois lados seja de 90 dias contra a proposta inicial que era de 30 dia”, disse o diplomata moçambicano.
Semanalmente, solicitam o visto de entrada para Moçambique uma média de 50 tanzanianos.
Kupela falou ainda da questao da mineracao illegal de Ouro protagonizada por tanzanianos na zona de Lupiliche, na província de Niassa, Norte de Moçambique.
Ele confirmou que um número nao especificado de garimpeiros tanzanianos viu-se forçado a abandonar aquela actividade, na sequência de uma decisão tomada pelo Governo moçambicano de tornar aquela actividade legal.
Contudo, de acordo com o Embaixador, porque os moçambicanos não conhecem a tecnologia de mineração, alguns garimpeiros tanzanianos, em número reduzido, continuam em Moçambique, enquanto se avança com o processo de legalização.
Quanto a Ponte da Unidade, sobre o Rio Rovuma, Kupela disse que a construção decorre a bom ritmo, podendo, no local, se visualizarem pelo menos seis pilares de suporte da estrutura principal da ponte já erguidos.
A construção desta ponte está a cargo de uma empresa chinesa e a fiscalização está nas maos de uma empresa norueguesa.
A ponte, idealizada pelos falecidos Presidentes de Moçambique e Tanzânia, nomeadamente Samora Machel e Julius Nyerere, é financiada pelos orçamentos destes dois países.
A Tanzania, que albergou os escritórios da Frelimo, foi a retaguarda deste movimento durante a luta de libertação nacional, que culminou com a proclamação da independência de Moçambique, em Junho de 1975.
O diplomata moçambicano disse esperar que o estadista tanzaniano se pronuncie sobre este assunto logo que terminarem as festividades do 45º aniversario da independência deste país, que tem o seu ponto máximo este Sábado.
O Presidente moçambicano Armando Guebuza, esperado hoje na Tanzania, é um dos sete Chefes de Estado e Governo que tomam parte neste evento.
Em declarações a imprensa moçambicana, em Dar Es Salaam, Kupela disse que a permanência máxima dos que querem visitar um dos dois países poderá ser de 90 dias, segundo uma proposta tanzaniana.
“Eles querem que a permanência nos dois lados seja de 90 dias contra a proposta inicial que era de 30 dia”, disse o diplomata moçambicano.
Semanalmente, solicitam o visto de entrada para Moçambique uma média de 50 tanzanianos.
Kupela falou ainda da questao da mineracao illegal de Ouro protagonizada por tanzanianos na zona de Lupiliche, na província de Niassa, Norte de Moçambique.
Ele confirmou que um número nao especificado de garimpeiros tanzanianos viu-se forçado a abandonar aquela actividade, na sequência de uma decisão tomada pelo Governo moçambicano de tornar aquela actividade legal.
Contudo, de acordo com o Embaixador, porque os moçambicanos não conhecem a tecnologia de mineração, alguns garimpeiros tanzanianos, em número reduzido, continuam em Moçambique, enquanto se avança com o processo de legalização.
Quanto a Ponte da Unidade, sobre o Rio Rovuma, Kupela disse que a construção decorre a bom ritmo, podendo, no local, se visualizarem pelo menos seis pilares de suporte da estrutura principal da ponte já erguidos.
A construção desta ponte está a cargo de uma empresa chinesa e a fiscalização está nas maos de uma empresa norueguesa.
A ponte, idealizada pelos falecidos Presidentes de Moçambique e Tanzânia, nomeadamente Samora Machel e Julius Nyerere, é financiada pelos orçamentos destes dois países.
A Tanzania, que albergou os escritórios da Frelimo, foi a retaguarda deste movimento durante a luta de libertação nacional, que culminou com a proclamação da independência de Moçambique, em Junho de 1975.

