Guebuza encara futuro do país com optimismo
Maputo, 18 Dez. (AIM) – O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, considerou hoje que o estado da nação moçambicana e bom, e que por isso o seu governo a encara o futuro do pais com optimismo.
Numa comunicação que fez ao pais, a partir da sede do parlamento em Maputo na sua qualidade de Chefe de Estado moçambicano, Guebuza reiterou o cometimento do seu executivo em continuar a fazer tudo em prol do desenvolvimento socio-económico nacional e pela luta contra a pobreza e outros obstáculos que ainda dificultam o avanço célere do pais, especialmente o burocratismo, o “espírito do deixa andar”, a corrupção, o crime organizado e as doenças endémicas, tais como a malária, a tuberculose, o HIV/SIDA e a cólera.
Nesta sua segunda comunicação feita ao pais desde que assumiu a chefia do estado moçambicano fará dois anos no próximo mes de Fevereiro, Guebuza reiterou que no desempenho das suas funções, o governo continuara a considerar o distrito como pólo do desenvolvimento.
Para tal, voltou a instar as lideranças dos administradores distritais para que continuem a garantir a prossecução das missões esboçadas para cada um dos distritos, de modo a que se concretizem os objectivos aprimorados pelo governo central.
Para Guebuza, os conselhos consultivos dos 128 distritos continuarão a ganhar maior protagonismo neste processo, para que continuem a dar maior dinâmica a governação aberta e inclusiva, e assim assegurar um maior envolvimento das comunidades locais, ao mesmo tempo que poderão ter um maior acesso a tomada de decisões e no controlo da utilização dos recursos disponibilizados pelo executivo.
Instou a Continuação dos programas que visam garantir que haja mais responsabilidade a nível central, e que o mesmo seja feito ao nível das províncias e distritos, para as decisões que se to9mem sejam cumpridas.
Quanto ao que se espera de vulto no pais durante o ano de 2007 que esta a prestes a começar daqui a menos de duas semanas, Guebuza destacou as eleições que nela terão lugar e que pela primeira vez irão instituir as assembleias provinciais para cada uma das capitais das 10 províncias que constituem Mocambique.
Ele pediu aos moçambicanos de todos os extractos sociais a darem a sua contribuição para se assegurar que este processo decorra de forma ordeira, pacífica e exemplar.
Esta será a primeira vez que Mocambique terá eleições para se eleger assembleias provinciais, dado que ate aqui só as tinha nas maiores cidades do país. A ideia e que tais assembleias sejam os parlamentos locais que debatem os problemas que, pela sua natureza, não cabem no fórum parlamentar nacional sediado na capital Maputo.
Outro dos eventos de vulto de que Guebuza fez menção no seu informe que terá lugar no próximo ano, será a realização do terceiro recenseamento geral da população e habitação.
Ele considerou este censo como sendo a única fonte fiável que proporcionara dados que servirão de base para que com mais realismo se desenham projectos sobre o desenvolvimento humano e da luta que o pais trava contra a pobreza no pais.
Na sua comunicação, Guebuza reiterou que a luta contra a pobreza que ainda enferma a maioria dos pouco mais de 19 milhões de moçambicanos, e um desígnio nacional, e que o futuro do pais depende daquilo que se for a fazer no presente, com persistência, convicção e determinação.
O Presidente considerou ainda o actual ambiente interno no pais como sendo deveras favorável para que o pais continue a lograr sucessos na luta contra a pobreza.
“A paz e a estabilidade continuam a caracterizar o pais, e nos continuamos a ser um exemplo para o mundo. Conscientes do quanto custou a sua conquista e do papel que joga na luta contra a pobreza, temos advogado que a única alternativa a paz e a própria paz, disse Guebuza, que varias vezes teve que ser forcado a interromper pelas frequentes ovações dos deputados das duas bancadas do parlamento moçambicano e de vários outros convidados a esta sessão especial deste órgão legislador do pais.”
Nesta sua segunda comunicação feita ao pais desde que assumiu a chefia do estado moçambicano fará dois anos no próximo mes de Fevereiro, Guebuza reiterou que no desempenho das suas funções, o governo continuara a considerar o distrito como pólo do desenvolvimento.
Para tal, voltou a instar as lideranças dos administradores distritais para que continuem a garantir a prossecução das missões esboçadas para cada um dos distritos, de modo a que se concretizem os objectivos aprimorados pelo governo central.
Para Guebuza, os conselhos consultivos dos 128 distritos continuarão a ganhar maior protagonismo neste processo, para que continuem a dar maior dinâmica a governação aberta e inclusiva, e assim assegurar um maior envolvimento das comunidades locais, ao mesmo tempo que poderão ter um maior acesso a tomada de decisões e no controlo da utilização dos recursos disponibilizados pelo executivo.
Instou a Continuação dos programas que visam garantir que haja mais responsabilidade a nível central, e que o mesmo seja feito ao nível das províncias e distritos, para as decisões que se to9mem sejam cumpridas.
Quanto ao que se espera de vulto no pais durante o ano de 2007 que esta a prestes a começar daqui a menos de duas semanas, Guebuza destacou as eleições que nela terão lugar e que pela primeira vez irão instituir as assembleias provinciais para cada uma das capitais das 10 províncias que constituem Mocambique.
Ele pediu aos moçambicanos de todos os extractos sociais a darem a sua contribuição para se assegurar que este processo decorra de forma ordeira, pacífica e exemplar.
Esta será a primeira vez que Mocambique terá eleições para se eleger assembleias provinciais, dado que ate aqui só as tinha nas maiores cidades do país. A ideia e que tais assembleias sejam os parlamentos locais que debatem os problemas que, pela sua natureza, não cabem no fórum parlamentar nacional sediado na capital Maputo.
Outro dos eventos de vulto de que Guebuza fez menção no seu informe que terá lugar no próximo ano, será a realização do terceiro recenseamento geral da população e habitação.
Ele considerou este censo como sendo a única fonte fiável que proporcionara dados que servirão de base para que com mais realismo se desenham projectos sobre o desenvolvimento humano e da luta que o pais trava contra a pobreza no pais.
Na sua comunicação, Guebuza reiterou que a luta contra a pobreza que ainda enferma a maioria dos pouco mais de 19 milhões de moçambicanos, e um desígnio nacional, e que o futuro do pais depende daquilo que se for a fazer no presente, com persistência, convicção e determinação.
O Presidente considerou ainda o actual ambiente interno no pais como sendo deveras favorável para que o pais continue a lograr sucessos na luta contra a pobreza.
“A paz e a estabilidade continuam a caracterizar o pais, e nos continuamos a ser um exemplo para o mundo. Conscientes do quanto custou a sua conquista e do papel que joga na luta contra a pobreza, temos advogado que a única alternativa a paz e a própria paz, disse Guebuza, que varias vezes teve que ser forcado a interromper pelas frequentes ovações dos deputados das duas bancadas do parlamento moçambicano e de vários outros convidados a esta sessão especial deste órgão legislador do pais.”

