Moçambique estuda envio de tropas à Somália
Maputo, 05 Fev 2007 (www.jornalnoticias.co.mz) O governo moçambicano deverá pronunciar-se em breve sobre a sua posição quanto ao envio de tropas para a missão de paz na somália, segundo disse esta semana o ministro da defesa nacional, Tobias Daí.
“O Ministério da Defesa Nacional está ainda a fazer um estudo sobre o envio de homens das forças armadas de defesa de moçambique à somália”, disse dai, assegurando que o referido estudo está já na sua fase final e que depois será submetido ao governo para a decisão final.
Falando a jornalistas, quarta-feira última, tobias dai disse que moçambique recebeu a proposta da sua participação na somália através do ministro queniano dos negócios estrangeiros, raphael tuju, que em janeiro último foi recebido em maputo pelo chefe do estado moçambicano, armando guebuza.
Em contacto com a imprensa, na ocasião, tuju não chegou a revelar o conteúdo da carta que continha a posição do Presidente queniano Mwai Kibaki, no contexto da união africana.
Disse simplesmente que já era tradição dos dois países a troca de ideias e posições sobre matérias relativas às decisões da União Africana bem como das Nações Unidas.
Moçambique, Angola, Nigéria, Ruanda, África do Sul, Tanzânia, Tunísia e Zâmbia são alguns dos países que foram solicitados pelo conselho de paz e segurança da união africana para a formação de um contingente militar de oito mil tropas, como parte integrante de uma missão da ua para Somália.
A África do sul e angola já anunciaram que não vão enviar tropas para a somália como parte integrante de uma força de manutenção de paz da UA, situação que poderá dificultar a formação de um contingente militar de oito mil homens.
O ministro da defesa sul-africano, mosioua lekota disse que o exército já se encontra para além da sua capacidade de resposta por estar envolvido em missões de pacificação noutros países, segundo o porta-voz daquela instituição Sam Mkhwanazi durante uma conferência semana passada.
Actualmente a áfrica do sul possui contingentes em missões de paz no Sudão, Burundi, RDCongo, Costa do Marfim, Etiópia e Eritreia.
Angola, por seu turno, argumentou que não estava à altura de fazer parte de uma possível força de manutenção de paz na Somália, dada a situação particular do país, recém-saído de um conflito e a braços com problemas sociais da reconstrução nacional e da estabilização económica e social.
Malawi, Uganda, Nigéria e Burundi são alguns dos países que já se prontificaram a enviar as suas tropas à somália, perfazendo até ao término da cimeira da ua quarta-feira em adis abeba um total de quatro mil homens.
Contudo, este número está aquém do previsto pelo conselho de paz e segurança da ua que para a estabilização da somália prevê um contingente militar de pelo menos oito mil homens.
Falando a jornalistas, quarta-feira última, tobias dai disse que moçambique recebeu a proposta da sua participação na somália através do ministro queniano dos negócios estrangeiros, raphael tuju, que em janeiro último foi recebido em maputo pelo chefe do estado moçambicano, armando guebuza.
Em contacto com a imprensa, na ocasião, tuju não chegou a revelar o conteúdo da carta que continha a posição do Presidente queniano Mwai Kibaki, no contexto da união africana.
Disse simplesmente que já era tradição dos dois países a troca de ideias e posições sobre matérias relativas às decisões da União Africana bem como das Nações Unidas.
Moçambique, Angola, Nigéria, Ruanda, África do Sul, Tanzânia, Tunísia e Zâmbia são alguns dos países que foram solicitados pelo conselho de paz e segurança da união africana para a formação de um contingente militar de oito mil tropas, como parte integrante de uma missão da ua para Somália.
A África do sul e angola já anunciaram que não vão enviar tropas para a somália como parte integrante de uma força de manutenção de paz da UA, situação que poderá dificultar a formação de um contingente militar de oito mil homens.
O ministro da defesa sul-africano, mosioua lekota disse que o exército já se encontra para além da sua capacidade de resposta por estar envolvido em missões de pacificação noutros países, segundo o porta-voz daquela instituição Sam Mkhwanazi durante uma conferência semana passada.
Actualmente a áfrica do sul possui contingentes em missões de paz no Sudão, Burundi, RDCongo, Costa do Marfim, Etiópia e Eritreia.
Angola, por seu turno, argumentou que não estava à altura de fazer parte de uma possível força de manutenção de paz na Somália, dada a situação particular do país, recém-saído de um conflito e a braços com problemas sociais da reconstrução nacional e da estabilização económica e social.
Malawi, Uganda, Nigéria e Burundi são alguns dos países que já se prontificaram a enviar as suas tropas à somália, perfazendo até ao término da cimeira da ua quarta-feira em adis abeba um total de quatro mil homens.
Contudo, este número está aquém do previsto pelo conselho de paz e segurança da ua que para a estabilização da somália prevê um contingente militar de pelo menos oito mil homens.

