Moçambique e Vietname reforçam cooperação
Maputo, 17 Jan 2007 (www.jornalnoticias.co.mz) Moçambique e Vietname assinaram ontem um memorando em que estão plasmadas as linhas gerais em que os dois países irão cooperar nos próximos anos, bem como três acordos específicos preconizando um intercâmbio nos domínios da Agricultura, Educação e Saúde.
A assinatura deste entendimento resulta das conversações ontem havidas em Hanoi, entre delegações presidenciais, chefiadas respectivamente pelo Presidente da República Armando Guebuza que ontem desembarcou na capital viatnamita para uma visita de Estado e por Nguyen Minh Triet, Chefe de Estado daquele país.
Dados tornados públicos aqui em Hanói indicam que a cooperação Moçambique- Vietname conheceu nos últimos três anos um grande salto, sendo prova disso o facto de que as suas trocas comerciais em 2003 renderam apenas 7,7 milhões de dólares, mas já nos primeiros nove meses de 2006 atingiram mais de 11 milhões de dólares, o que é visto por Guebuza como prova de que há muito que ainda se pode fazer tanto a nível dos dois governos e empresas.
Pouco depois de desembarcar a meio da manhã de ontem, acompanhado de sua esposa, Maria da Luz Guebuza, o estadista moçambicano deslocou-se ao palácio presidencial vietnamita em Hanói, onde teve um encontro de cortesia com o seu homólogo Nguyen Minh Triet, que na altura se fazia acompanhar de sua esposa.
Já por volta das 15:00 locais (10:00 da manhã em Maputo) Guebuza e o seu anfitrião travaram convesações oficiais também no mesmo palácio, ao fim das quais assinaram o referido memorando geral sobre a cooperação bilateral, e mais três acordos que preconizam o incremento no intercâmbio entre os dois países nos domínios da Agricultura, Educação e Saúde.
Por parte de Moçambique o memorando e os três acordos foram assinados respectivamente pela Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Alcinda Abreu, pelos ministros da Educação e Cultura, Aires Ali, da Agricultura, Tomás Mandlate, e pelo de Saúde, Ivo Garrido, com os dois presidentes desempenhado o papel de testemunhas oculares. Por parte do Vietname, os acordos foram rubricados pelos homólogos dos três pelouros, enquanto que o memorando foi assinado pelo titular da pasta de desenvolvimento e planeamento.
Dum modo geral, a implementação dos acordos especifícos irá consistir na troca de profissionais entre os dois países ligados a cada uma das áreas, especialmente técnicos agrícolas, professores e médicos, bem como na atribuição de bolsas de estudo.
Dados tornados públicos aqui em Hanói indicam que a cooperação Moçambique- Vietname conheceu nos últimos três anos um grande salto, sendo prova disso o facto de que as suas trocas comerciais em 2003 renderam apenas 7,7 milhões de dólares, mas já nos primeiros nove meses de 2006 atingiram mais de 11 milhões de dólares, o que é visto por Guebuza como prova de que há muito que ainda se pode fazer tanto a nível dos dois governos e empresas.
Pouco depois de desembarcar a meio da manhã de ontem, acompanhado de sua esposa, Maria da Luz Guebuza, o estadista moçambicano deslocou-se ao palácio presidencial vietnamita em Hanói, onde teve um encontro de cortesia com o seu homólogo Nguyen Minh Triet, que na altura se fazia acompanhar de sua esposa.
Já por volta das 15:00 locais (10:00 da manhã em Maputo) Guebuza e o seu anfitrião travaram convesações oficiais também no mesmo palácio, ao fim das quais assinaram o referido memorando geral sobre a cooperação bilateral, e mais três acordos que preconizam o incremento no intercâmbio entre os dois países nos domínios da Agricultura, Educação e Saúde.
Por parte de Moçambique o memorando e os três acordos foram assinados respectivamente pela Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Alcinda Abreu, pelos ministros da Educação e Cultura, Aires Ali, da Agricultura, Tomás Mandlate, e pelo de Saúde, Ivo Garrido, com os dois presidentes desempenhado o papel de testemunhas oculares. Por parte do Vietname, os acordos foram rubricados pelos homólogos dos três pelouros, enquanto que o memorando foi assinado pelo titular da pasta de desenvolvimento e planeamento.
Dum modo geral, a implementação dos acordos especifícos irá consistir na troca de profissionais entre os dois países ligados a cada uma das áreas, especialmente técnicos agrícolas, professores e médicos, bem como na atribuição de bolsas de estudo.

