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Primeira-ministra no Fórum Económico Mundial na Suíça

Maputo, 27 Jan 09 (AIM) – A Primeira-ministra moçambicana, Luísa Diogo, participa esta semana na 39ª Reunião Anual do Fórum Económico Mundial na estância turística de Davos, na Suíça, um encontro que promete colocar decisores e executores a pensarem “fora do convencional” e trazerem novas alternativas para uma solução comum aos problemas globais. A governante moçambicana vai se juntar a homólogos seus da Grã-Bretanha, Gordon Brown, da China, Wen Jiabao, do Japão, Taro Azo e da Rússia, Vladmir Putin. Também, a Chanceller alemã Ângela Merkel vai a Davos. O Fórum, com o lema “Moldando o Mundo pós-Crise”, decorre de 28 de Janeiro a 1 de Fevereiro, numa altura conturbada para o sistema internacional, com fenómenos como a crise financeira, a turbulência económica, guerras, pobreza, crise de água e de energia, terrorismo, entre outros desafios, a marcarem a ordem do dia. Com estes desafios, a Reunião promete ser uma das mais significativas do Fórum Económico Mundial, tal como referiu o seu fundador, Professor Klaus Schwab, numa conferência de imprensa semana passada em Genebra.

“A Reunião Anual de 2009 é uma das mais importantes na história de 40 anos do Fórum. A participação  vai ser extraordinária em termos de líderes políticos e de negócios, e outros actores de interesse, e isso  mostra que este (Davos) é o lugar onde todos podem abordar a crise sem precedentes e, ao mesmo tempo,  decidir que mundo desejam que emirja no fim da crise. O que estamos a viver hoje é o nascimento de uma  nova era, uma chamada de atenção para o excesso de protagonismo dado as instituições, aos sistemas e a  nossa maneira de pensar”, lê-se num comunicado de Genebra. Assim, seis assuntos serão específicos na agenda de Davos-2009, designadamente, a promoção da estabilidade no sistema financeiro e reavivamento  do crescimento económico global, garantir uma governação efectiva e duradoira a nível global, regional e  nacional, abordar os desafios do desenvolvimento e da sustentabilidade, moldar os valores e princípios de liderança para a era pós -crise,catalizar a próxima vaga de crescimento através da inovação, ciência e  tecnologia, e perceber as implicações dos actuais modelos industriais de negócios. Outro assunto que não vai faltar nas discussões de Davos é o tipo de instituições que o mundo preciso para uma cooperação real e  efectiva, que trace os caminhos para enfrentar o desafio presente que é fazer destas (instituições) um actor social construtivo.

Espera-se mais de 2500 participantes de 96 países, dos quais 41 são chefes de Estado, membros do G 8 e G  0 e grandes figuras do mundo dos negócios, 30 líderes de organizações internacionais e 9 comissários da  União Europeia. Alguns oradores-chave durante os cinco dias do Fórum Económico Mundial são Kofi  Annan, Secretário General nas Nações Unidas de 1997 a 2006, e Stephen Green, membro do Comité  Instalador do Fórum Económico Mundial.
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