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Membros do Conselho de Estado devem contribuir para o reforço da soberania

Maputo, 28 Mai. (AIM) – O Presidente Moçambicano, Armando Guebuza, instou os membros do Conselho de Estado para darem a sua valiosa contribuição para o reforço da soberania do país.

Guebuza falava hoje, em Maputo, na cerimónia de tomada de posse dos 15 novos membros do Conselho de Estado, órgão dirigido pelo Chefe de Estado, e que integra outras personalidades indicadas pela Assembleia da República (AR), o Parlamento moçambicano, segundo o princípio de representatividade.
Trata-se de Verónica Macamo (presidente da AR), Aires Ali (Primeiro-Ministro), Eduardo Mulémbwè (ex-presidente da AR), Deolinda Guizimane, Manuel Francisco, Luísa Diogo, Dinis Sengulane, Sheik Abdurrazaque Ali Salimo, António Muchanga, Alberto Chipande, Bonifácio Gruveta e Brazão Mazula.
Não tomaram posse o Cardeal Dom Alexandre, Graça Machel e o líder da oposição, Afonso Dhlakama, por motivos devidamente justificados.
O Conselho de Estado é um órgão político de consulta do Presidente da República que, dentre as várias matérias, de supremo interesse da Nação moçambicana, se pronuncia sobre a dissolução da Assembleia da República e sobre a declaração de guerra, do estádio de sítio ou do estado de emergência.
Este órgão pronuncia-se igualmente sobre a realização de referendos e sobre a convocação de eleições gerais.
Discursando na ocasião, o Chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, disse que 'devem pois continuar a promover e a defender os valores e os princípios que informam este povo muito especial, que é o maravilhoso povo moçambicano'.
Trata-se, segundo Guebuza, de uma soberania pela qual muitos filhos de Moçambique consentiram indescritíveis sacrifícios para tornar possível a tomada das decisões consideradas mais acertadas para uma melhor orientação dos destinos da Nação.
'Dentre estes valores e princípios podemos nos referir a unidade nacional, a auto-estima e cultura de paz, ao estado de direito e justiça social e a tomada de consciência sobre o o direito de não ser pobre, que é um direito humano pelo qual devemos continuar a lutar até a vitória final', explicou Guebuza.
O mais alto magistrado da Nacao destacou, por outro lado, a composição heterogénea do Conselho de Estado, afirmando que reflecte diferentes saberes e experiencias institucionais, bem como diversas sensibilidades e vivencias moçambicanas.
Estes são elementos que, segundo Guebuza, propiciam um vasto espectro de viver e sentir a Nação moçambicana e é na partilha destes aspectos e sentimentos sobre o pulsar do país e do Estado que deverão criar mais oportunidades para cristalizar a consciência patriótica, consolidar um pensamento comum sobre o presente e o futuro país.
Guebuza historiou sobre a 'Chama da Unidade' que desde o dia 7 de Abril está a percorrer o país e na tarde de hoje chegou à província de Sofala.
'A medida que se aproxima de Maputo, a Chama da Unidade anuncia com crescente claridade a aproximação do dia 25 de Junho, data do 35/o aniversário da Independência Nacional', explicou o estadista moçambicano . A cerimónia de tomada de posse dos membros do Conselho de Estado contou com a presença de várias personalidades do Estado e do Governo.

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