Presidente Guebuza diz que África já acordou e já está em marcha rumo ao seu desenvolvimento
Estugarda (Alemanha), 05 Nov 07 (AIM)- O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, diz que África já acordou do longo sono em que se encontrava, e já está a registar um desenvolvimento que nunca antes atingiu em toda a sua historia milenar, antevendo que não tardará muito para que os africanos venham a acertar o passo em que os outros continentes estão marchando.
Falando em improviso, na sede do museu da mundialmente conhecida fábrica de automóveis alemã Mercedes Benz, na cidade de Estugarda de Alemanha onde, desde quarta-feira última, está a efectuar uma visita de estado de cinco dias, Guebuza vincou que o tempo em que África era tida como um continente de economia estagnada, e sem uma perspectiva futura boa, já está irreversivelmente a passar para a história.
Destacou que apesar de que ainda há alguns países no continente que continuam economicamente estagnados, o certo é que o grosso está a ter um acentuado crescimento económico.Este posicionamento de Guebuza viria a ser replicado pelo seu homologo da Nigéria, quando fez ver que não se pode condicionar a realização da cimeira Europa-Africa a não participação do Zimbabwe ou do seu presidente, porque tal seria confundir um pais com todo um continente.
Umaru Yar Adua deixou claro que não faz sentido tentar inviabilizar a cimeira ou impedir a ida de Mugabe, porque mesmo ele acha que há questões condenáveis da maneira como Mugabe dirige o seu país, mas que não se pode misturar isso com uma cimeira que e uma questão multilateral.
Esta mesma posição de que o problema de Mugabe deve ser tratado a seu nível foi referenciado diplomaticamente por Koehler, tendo também destacado a importância da cimeira de Lisboa como uma oportunidade para se esboçar uma plataforma para a cooperação entre os dois continentes.
Destacou que apesar de que ainda há alguns países no continente que continuam economicamente estagnados, o certo é que o grosso está a ter um acentuado crescimento económico.Este posicionamento de Guebuza viria a ser replicado pelo seu homologo da Nigéria, quando fez ver que não se pode condicionar a realização da cimeira Europa-Africa a não participação do Zimbabwe ou do seu presidente, porque tal seria confundir um pais com todo um continente.
Umaru Yar Adua deixou claro que não faz sentido tentar inviabilizar a cimeira ou impedir a ida de Mugabe, porque mesmo ele acha que há questões condenáveis da maneira como Mugabe dirige o seu país, mas que não se pode misturar isso com uma cimeira que e uma questão multilateral.
Esta mesma posição de que o problema de Mugabe deve ser tratado a seu nível foi referenciado diplomaticamente por Koehler, tendo também destacado a importância da cimeira de Lisboa como uma oportunidade para se esboçar uma plataforma para a cooperação entre os dois continentes.

