Presidente Guebuza toma parte no III fórum Alemanha - África na região alemã de Rheingau
Eltville (Rheingau), 05 Nov 07 (AIM) - O presidente moçambicano, Armando Guebuza, toma parte no III Fórum África - Alemanha que decorre desde a última sexta-feira numa instancia religiosa alemã de Eltville na região de Rheingau, próximo da cidade de Frankfut, e que foi formalmente aberta sábado pelo seu homólogo alemão, Horst Koehler, na presença de representantes de mais de 45 organizações cívicas africanas e alemãs.
O Fórum decorre sob o lema “Os desafios da mudança - a resposta africana e alemã”, consistindo num debate dos temas da actualidade numa mesa redonda, com vista a se esboçar estratégias que possam levar a que África seja capaz de se beneficiar também com o processo da globalização que tanto quanto se sabe, tem sido mais prejudicial as economias do continente africano do que beneficia-las.
No discurso com que Koehler procedeu a inauguração deste evento na sala principal do Mosteiro de Eberbach, por entre cânticos religiosos entoados por um grupo coral de jovens multiracial, o estadista alemão deixou claro que os ganhos financeiros e materiais que tem resultado da globalização, não tem beneficiado todos os povos africanos como o tem feito aos de outros continentes que antes vegetavam igualmente numa pobreza abjenta, como era o caso dos da Ásia que hoje estão desfrutando duma prosperidade.
Na sua intervenção, Koehler reiterou a sua tese de que a persistência da pobreza e epidemias em África já não se pode mais culpar apenas aos povos do continente, porque nos últimos decénios eles deram provas de grande vontade e determinação de sair do abismo económico em que vinham perpetuamente vivendo, e que caso o resto do mundo lhes comprasse a preços justos o que tem vendido, ou lhes desse um pouco mais de ajuda do que tem dado, teriam registado mais do que os cinco por cento de crescimento que em medida registam as economias do continente.
Vincou que algumas das praticas da globalização que dum modo geral tem causado danos as economias de todos os países, e que se tem apelado para que sejam redimidas, tem sido ainda mais prejudiciais aos países africanos, porque são mais vulneráveis que os mais desenvolvidos, devido a fraqueza das suas infra estruturas que deviam minimizar o carácter pernicioso dessas práticas.
Disse que no lugar de se reconhecer tais males, a visão comum que se tem dos altos e baixos que África tem sofrido devido a tais práticas, e dominada por estereótipos.
Ele voltou a alertar que o mundo pensa mal ao não assumir que o destino dos africanos esta intrinsecamenteinterligado ao de todos os povos do resto do mundo, e que não haverá um mundo melhor enquanto os mais de 600 milhões de africanos continuar a ser errónea.
O Fórum Africa-Alemanha criou-se por iniciativa do actual presidente alemão, Horst Koehler em 2005, juntamente com a Fundação alemã Ebelin e Gerd Bucerius ZEIT, com a missão de trabalhar na busca de soluções que possam resgatar África do atraso socio-económico em que, grosso modo, ainda se encontram os países africanos. Esse atraso tem como uma das consequências a morte prematura de mais de três milhões de crianças do continente todos os anos, muitas vezes vítimas de doenças de cura fácil e a um custo muito baixo.
No discurso com que Koehler procedeu a inauguração deste evento na sala principal do Mosteiro de Eberbach, por entre cânticos religiosos entoados por um grupo coral de jovens multiracial, o estadista alemão deixou claro que os ganhos financeiros e materiais que tem resultado da globalização, não tem beneficiado todos os povos africanos como o tem feito aos de outros continentes que antes vegetavam igualmente numa pobreza abjenta, como era o caso dos da Ásia que hoje estão desfrutando duma prosperidade.
Na sua intervenção, Koehler reiterou a sua tese de que a persistência da pobreza e epidemias em África já não se pode mais culpar apenas aos povos do continente, porque nos últimos decénios eles deram provas de grande vontade e determinação de sair do abismo económico em que vinham perpetuamente vivendo, e que caso o resto do mundo lhes comprasse a preços justos o que tem vendido, ou lhes desse um pouco mais de ajuda do que tem dado, teriam registado mais do que os cinco por cento de crescimento que em medida registam as economias do continente.
Vincou que algumas das praticas da globalização que dum modo geral tem causado danos as economias de todos os países, e que se tem apelado para que sejam redimidas, tem sido ainda mais prejudiciais aos países africanos, porque são mais vulneráveis que os mais desenvolvidos, devido a fraqueza das suas infra estruturas que deviam minimizar o carácter pernicioso dessas práticas.
Disse que no lugar de se reconhecer tais males, a visão comum que se tem dos altos e baixos que África tem sofrido devido a tais práticas, e dominada por estereótipos.
Ele voltou a alertar que o mundo pensa mal ao não assumir que o destino dos africanos esta intrinsecamenteinterligado ao de todos os povos do resto do mundo, e que não haverá um mundo melhor enquanto os mais de 600 milhões de africanos continuar a ser errónea.
O Fórum Africa-Alemanha criou-se por iniciativa do actual presidente alemão, Horst Koehler em 2005, juntamente com a Fundação alemã Ebelin e Gerd Bucerius ZEIT, com a missão de trabalhar na busca de soluções que possam resgatar África do atraso socio-económico em que, grosso modo, ainda se encontram os países africanos. Esse atraso tem como uma das consequências a morte prematura de mais de três milhões de crianças do continente todos os anos, muitas vezes vítimas de doenças de cura fácil e a um custo muito baixo.

