Guebuza conferencia com Primeiro Ministro italiano
Roma, 07 Nov 07 (AIM)- O presidente moçambicano, Armando Guebuza, esteve hoje reunido aqui em Roma (Itália) com o Primeiro-Ministro italiano, Roman Prodi, no começo da vista de trabalho de três dias que o estadista moçambicano deverá concluir no próximo dia 8 deste mês.
Pouco depois de emergirem da sala em que teve lugar o encontro já quase no começo da tarde local, Guebuza e Prodi deram uma conferência de imprensa, tendo ambos enaltecido as boas relações de amizade e cooperação que há vários anos unem os dois países, antevendo que, com esta primeira visita do estadista moçambicano, tal relacionamento possa se reforçar ainda mais nos próximos anos.
Prodi disse ter reafirmado ao presidente moçambicano o compromisso da Itália em continuar a apoiar a jovem República moçambicana no difícil processo de paz que o seu povo está agora a viver, e que visa, em definitivo, eliminara pobreza que ainda afecta a maioria dos moçambicanos.
O chefe do governo italiano destacou que entre os programas que a Itália dará maior primazia e da formação profissional dos jovens moçambicanos, para que possam ser os promotores do desenvolvimento do seu país.
Ele reiterou que o apoio da Itália a Moçambique será multiforme e em sintonia com o governo do país, para que seja canalizado em função das prioridades plasmadas no programa esboçado pelo seu executivo.
No domínio da politica mundial, Prodi disse que os dois países tem estado em concertação e que durante o encontro que teve hoje com Guebuza, passaram em revista os últimos desenvolvimentos do processo de preparação da polémica cimeira entre a Europa e África que terá lugar em Dezembro próximo em Lisboa.
Tanto Prodi como Guebuza não adiantaram mais pormenores sobre os detalhes da abordagem que fizeram em torno desta questão que, como se sabe, aindahá países europeus que continuam a dizer que não tomarão parte nela, caso o líder zimbabweano, Robert Mugabe, seja convidado tome parte nela.
Horas antes de Guebuza partir de Berlim na ultima segunda-feira para aqui em Roma, ele voltou a dizer numa conferência de imprensa que deu naquela capital alemã, que a posição da Africa é que todos os lideres dos dois continentes devia tomar parte nesta cimeira, o que implicitamente significa que também Mugabe e todos os que ameaçam boicotala, deviam ser parte dos participares.
Prodi destacou que debateram igualmente a questão inerente ao projecto de resolução que esta sendo finalizada pelas Nações Unidas, e que caso seja aprovada, irá preconizar que se observe uma moratória da pena de morte pelos países membros desta organização mundial.
Praticamente, Guebuza subscreveu o que Prodi disse nesta conferencia de imprensa, vincando que as relações entre os dois países e povos são excelentes, eque com esta sua visita a este pais, acredita que se ira reforçar a amizade que os une, do mesmo modo que será possível a ampliação das áreas em que tem estado a cooperar.
Guebuza destacou a contribuição da Itália na construção de infra-estruturas vitais em Moçambique para o desenvolvimento da economia do país, como e o caso de barragens, estradas e pontes.
Ele expressou-se muito satisfeito com a compreensão e apoio que a Itália tem dado ao seu país, recordando que foi aqui em Roma que tiveram lugar há 15 anos as conversações entre o governo moçambicano e o então movimento rebelde Renamo e que culminou na restauração da paz em Moçambique em Outubro de 1992.
Nessas conversações, que neste caso se prolongaram por mais de dois anos com o apoio do governo italiano e sob a medição directa da Comunidade italiana de St.Egidio sediada também aqui em Roma, Guebuza era quem chefiava a equipa negociadora que havia sido mandatada pelo então presidente moçambicano Joaquim Chissano.
Prodi disse ter reafirmado ao presidente moçambicano o compromisso da Itália em continuar a apoiar a jovem República moçambicana no difícil processo de paz que o seu povo está agora a viver, e que visa, em definitivo, eliminara pobreza que ainda afecta a maioria dos moçambicanos.
O chefe do governo italiano destacou que entre os programas que a Itália dará maior primazia e da formação profissional dos jovens moçambicanos, para que possam ser os promotores do desenvolvimento do seu país.
Ele reiterou que o apoio da Itália a Moçambique será multiforme e em sintonia com o governo do país, para que seja canalizado em função das prioridades plasmadas no programa esboçado pelo seu executivo.
No domínio da politica mundial, Prodi disse que os dois países tem estado em concertação e que durante o encontro que teve hoje com Guebuza, passaram em revista os últimos desenvolvimentos do processo de preparação da polémica cimeira entre a Europa e África que terá lugar em Dezembro próximo em Lisboa.
Tanto Prodi como Guebuza não adiantaram mais pormenores sobre os detalhes da abordagem que fizeram em torno desta questão que, como se sabe, aindahá países europeus que continuam a dizer que não tomarão parte nela, caso o líder zimbabweano, Robert Mugabe, seja convidado tome parte nela.
Horas antes de Guebuza partir de Berlim na ultima segunda-feira para aqui em Roma, ele voltou a dizer numa conferência de imprensa que deu naquela capital alemã, que a posição da Africa é que todos os lideres dos dois continentes devia tomar parte nesta cimeira, o que implicitamente significa que também Mugabe e todos os que ameaçam boicotala, deviam ser parte dos participares.
Prodi destacou que debateram igualmente a questão inerente ao projecto de resolução que esta sendo finalizada pelas Nações Unidas, e que caso seja aprovada, irá preconizar que se observe uma moratória da pena de morte pelos países membros desta organização mundial.
Praticamente, Guebuza subscreveu o que Prodi disse nesta conferencia de imprensa, vincando que as relações entre os dois países e povos são excelentes, eque com esta sua visita a este pais, acredita que se ira reforçar a amizade que os une, do mesmo modo que será possível a ampliação das áreas em que tem estado a cooperar.
Guebuza destacou a contribuição da Itália na construção de infra-estruturas vitais em Moçambique para o desenvolvimento da economia do país, como e o caso de barragens, estradas e pontes.
Ele expressou-se muito satisfeito com a compreensão e apoio que a Itália tem dado ao seu país, recordando que foi aqui em Roma que tiveram lugar há 15 anos as conversações entre o governo moçambicano e o então movimento rebelde Renamo e que culminou na restauração da paz em Moçambique em Outubro de 1992.
Nessas conversações, que neste caso se prolongaram por mais de dois anos com o apoio do governo italiano e sob a medição directa da Comunidade italiana de St.Egidio sediada também aqui em Roma, Guebuza era quem chefiava a equipa negociadora que havia sido mandatada pelo então presidente moçambicano Joaquim Chissano.

