Prorrogado recenseamento eleitoral
Maputo, 21 Nov 07 (AIM) - O Conselho de Ministros de Moçambique decidiu prorrogar o período do processo de recenseamento eleitoral que decorre desde 24 de Setembro passado, cujo termino estava agendado para a próxima Quinta-feira.
Assim, o censo deverá terminar no dia 15 de Marco, com interrupção no período entre 16 de Dezembro de 2007 e 14 de Janeiro de 2008, devido a quadra festiva.
“Esta prorrogação do recenseamento eleitoral tem o objectivo de assegurar o recenseamento dos cidadãos eleitores que, por vários motivos, não puderam se inscrever”, refere um comunicado do Conselho de Ministros.
Na semana passada, o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), através do chefe do seu Gabinete de Informação, Lucas José, disse que aquele órgão iria propor a prorrogação do período do censo eleitoral à Comissão Nacional de Eleições (CNE), mas tudo dependia da aprovação da emenda da constituição pela Assembleia da República, o parlamento moçambicano.
Com efeito, o parlamento aprovou a emenda da constituição no fim da semana passada, acto que permite a realização das primeiras eleições para as Assembleias Provinciais até 2009, e não em 16 de Janeiro próximo como haviam sido inicialmente agendadas.
Com a prorrogação do processo, mais pessoas poderão ser inscritas, pois, sem essa medida, o STAE seria incapaz de atingir os 10.4 milhões de leitores previstos.
Durante cerca de dois meses do processo, muitas brigadas derecenseamento ficaram paralisadas durante vários dias devido a avarias constantes do equipamento informático. Na província central de Tete, por exemplo, três brigadas ficaram três semanas a fio inoperacionais devido a avaria da máquina utilizada para registar os eleitores.
O mesmo motivo levou a paralisação de muitas brigadas durante vários dias as, como é o caso da do Bairro de Hulene ‘B’, arredores na cidade de Maputo, que teve a sua maquina avariada durante quase uma semana.
Outro problema que também caracterizou o processo foi a falta ou fraco domínio no manuseamento dos computadores por parte dos brigadistas. Paulatinamente, eles foram melhorando o seu desempenho, mas os problemas das máquinas teimava em persistir.
“Esta prorrogação do recenseamento eleitoral tem o objectivo de assegurar o recenseamento dos cidadãos eleitores que, por vários motivos, não puderam se inscrever”, refere um comunicado do Conselho de Ministros.
Na semana passada, o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), através do chefe do seu Gabinete de Informação, Lucas José, disse que aquele órgão iria propor a prorrogação do período do censo eleitoral à Comissão Nacional de Eleições (CNE), mas tudo dependia da aprovação da emenda da constituição pela Assembleia da República, o parlamento moçambicano.
Com efeito, o parlamento aprovou a emenda da constituição no fim da semana passada, acto que permite a realização das primeiras eleições para as Assembleias Provinciais até 2009, e não em 16 de Janeiro próximo como haviam sido inicialmente agendadas.
Com a prorrogação do processo, mais pessoas poderão ser inscritas, pois, sem essa medida, o STAE seria incapaz de atingir os 10.4 milhões de leitores previstos.
Durante cerca de dois meses do processo, muitas brigadas derecenseamento ficaram paralisadas durante vários dias devido a avarias constantes do equipamento informático. Na província central de Tete, por exemplo, três brigadas ficaram três semanas a fio inoperacionais devido a avaria da máquina utilizada para registar os eleitores.
O mesmo motivo levou a paralisação de muitas brigadas durante vários dias as, como é o caso da do Bairro de Hulene ‘B’, arredores na cidade de Maputo, que teve a sua maquina avariada durante quase uma semana.
Outro problema que também caracterizou o processo foi a falta ou fraco domínio no manuseamento dos computadores por parte dos brigadistas. Paulatinamente, eles foram melhorando o seu desempenho, mas os problemas das máquinas teimava em persistir.

