Presidente Guebuza defende relação efectiva dos sectores público e privada
Kampala (Uganda), 23 Nov 07 (AIM) – O presidente moçambicano, Armando Guebuza, defendeu ontem, em Kampala, Uganda, que a existência de uma parceria efectiva entre os sectores público e privado passa necessariamente pelo conhecimento e valorização do papel que cabe a cada um dos intervenientes.
Deste modo, segundo Guebuza, a responsabilidade primária dos governos deve ser a de adopção de politicas que criem um ambiente propício para negócios, providenciando incentivos e recompensas aos investidores.
O sector privado, por seu turno, cabe-lhe o papel de colocar a disposição o “knowhow”, a tecnologia e os meios financeiros necessários, no quadro desta relação publico - privada.
O presidente moçambicano falava na tarde desta Quinta-feira, durante um“almoço de gala” promovido pela companhia de telefonia móvel Celtel, por ocasião do Fórum de Negócios da Commonwealth, um dos eventos que antecede a cimeira ordinária dos Chefes de Estado e de Governo desta organização (CHOGM), a decorrer de Sexta-feira até Domingo, nesta urbe.
Segundo ele, a falta de conhecimentos, tecnologia e de fundos ainda continua “a estorvar a capacidade dos homens de negócios de fazer o tipo de investimento que capaz de surtir um forte impacto na nossa agenda de desenvolvimento”.
“A incapacidade de gerar recursos suficientes para financiar projectos de infraestruturas, que estão sob a nossa alçada, impedem a viabilização de grande parte de projectos socioeconómicos, explicou Guebuza no seu discurso durante o almoço que também contou com a presença dos presidentes doRuanda, Paul Kagame, e da Serra Leoa, Erneste Koroma, para alem do director do Conselho de Negócios da Commonwealth, Mohan Kaul, entre vários dignitários”.
Para o presidente moçambicano, uma boa parceria Público-Privado pode trazer a solução do problema prevalecente que resulta na ausência de investimentos na componente de estradas, caminhos-deferro, portos, telecomunicações, entre outras áreas de desenvolvimento. Guebuza, que apresentou o tema: Transformando Sociedades: Promovendo parcerias Público-Privada, destacou a necessidade de os países tomarem em consideração a educação profissional, que, actualmente, não parece estar a ser priorizada nos investimentos, apontando que a mesma deve ser considerada como uma área chave na parceria entre os sectores publico e privado.
A propósito, explicou que a educação profissional providencia uma força laboral treinada e capaz de assumir os desafios de desenvolvimento, através de criação de micro-empresas ou mesmo pequenas e medias empresas.
Guebuza reconheceu que os valores que norteiam os países membros da Commonwealth têm um impacto considerável na manutenção de um ambiente conducente a uma boa parceria dos sectores público-privado.
Estes valores, segundo ele, incluem estabilidade política, obediência a lei e respeito pelos direitos humanos e bem como o multipartidarismo e a existência de uma imprensa vibrante e uma sociedade civil dinâmica.
Através desta parceria, acrescentou, muitos postos de trabalho poderão ser criados, novos produtos para os mercados doméstico e internacional surgirão e a prosperidade entre ambas as partes será fortalecida.
O sector privado, por seu turno, cabe-lhe o papel de colocar a disposição o “knowhow”, a tecnologia e os meios financeiros necessários, no quadro desta relação publico - privada.
O presidente moçambicano falava na tarde desta Quinta-feira, durante um“almoço de gala” promovido pela companhia de telefonia móvel Celtel, por ocasião do Fórum de Negócios da Commonwealth, um dos eventos que antecede a cimeira ordinária dos Chefes de Estado e de Governo desta organização (CHOGM), a decorrer de Sexta-feira até Domingo, nesta urbe.
Segundo ele, a falta de conhecimentos, tecnologia e de fundos ainda continua “a estorvar a capacidade dos homens de negócios de fazer o tipo de investimento que capaz de surtir um forte impacto na nossa agenda de desenvolvimento”.
“A incapacidade de gerar recursos suficientes para financiar projectos de infraestruturas, que estão sob a nossa alçada, impedem a viabilização de grande parte de projectos socioeconómicos, explicou Guebuza no seu discurso durante o almoço que também contou com a presença dos presidentes doRuanda, Paul Kagame, e da Serra Leoa, Erneste Koroma, para alem do director do Conselho de Negócios da Commonwealth, Mohan Kaul, entre vários dignitários”.
Para o presidente moçambicano, uma boa parceria Público-Privado pode trazer a solução do problema prevalecente que resulta na ausência de investimentos na componente de estradas, caminhos-deferro, portos, telecomunicações, entre outras áreas de desenvolvimento. Guebuza, que apresentou o tema: Transformando Sociedades: Promovendo parcerias Público-Privada, destacou a necessidade de os países tomarem em consideração a educação profissional, que, actualmente, não parece estar a ser priorizada nos investimentos, apontando que a mesma deve ser considerada como uma área chave na parceria entre os sectores publico e privado.
A propósito, explicou que a educação profissional providencia uma força laboral treinada e capaz de assumir os desafios de desenvolvimento, através de criação de micro-empresas ou mesmo pequenas e medias empresas.
Guebuza reconheceu que os valores que norteiam os países membros da Commonwealth têm um impacto considerável na manutenção de um ambiente conducente a uma boa parceria dos sectores público-privado.
Estes valores, segundo ele, incluem estabilidade política, obediência a lei e respeito pelos direitos humanos e bem como o multipartidarismo e a existência de uma imprensa vibrante e uma sociedade civil dinâmica.
Através desta parceria, acrescentou, muitos postos de trabalho poderão ser criados, novos produtos para os mercados doméstico e internacional surgirão e a prosperidade entre ambas as partes será fortalecida.

