Cheias poderão afectar Moçambique
Maputo, 19 Set 08 (AIM) - Moçambique poderá ser afectado por cheias e inundações nos últimos três meses deste ano, segundo aponta a previsão climática sazonal referente a época chuvosa no período 2008/2009.
A previsão indica que o país será fustigado, entre Outubro e Dezembro próximos, por chuvas normais e acima do normal nas regiões Sul e Centro, e normais no Norte.
Para o primeiro trimestre de 2009, prevêem-se chuvas normais e abaixo do normal para o Centro e chuvas normais e acima do normal para o Sul e Norte do pais. Embora seja ainda cedo para antever com precisão o que efectivamenteira acontecer, já há previsão de ocorrência de cheias e inundações.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a ocorrência daquelas adversidades atmosféricas depende ainda da capacidade de retenção das águas pelas bacias dos países vizinhos, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Malawi e Zâmbia, para além do nível de saturação dos solos, sabido que há dois anos que Moçambique vem sendo assolado pela mesma intempérie.
Entretanto, o director-geral adjunto do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Casimiro Abreu, disse que, face a esta previsão meteorológica, espera-se também chuvas regulares próprias para actividades agrícolas, o que é um prognostico positivo para a próxima época.
Um outro cenário aponta para chuvas com ciclone muito activo. Todos estes cenários serão actualizados com o andar do tempo. Em face disso, o INGC está a preparar um plano de actividades preventivas, que inclui a reparação da sua frota de 41 embarcações, a aquisição de novos motores de barco com 25 e 80 cavalos, treinamento e capacitação do pessoal, realização, no próximo mês de Novembro, de simulações sobre cheias no Vale do Limpopo, entre outras actividades preventivas de nível local.
Esta igualmente a ser acelerada a formação de Comités Locais de Gestão de Riscos de Calamidades, ao mesmo tempo que estão a ser adquiridos e distribuídos “kits” para aviso prévio.
Em termos financeiros, decorre a preparação do plano de contingência do INGC, avaliado em 120 milhões de dólares, para cobrir todas as necessidades previstas, segundo o matutino “Noticias”.
Este documento estava dependente da divulgação desta previsão, devendo, assim, ser agora submetido ao Conselho de Ministros para a sua aprovação ate finais de Setembro corrente.
Os meios disponíveis são apontados como necessários para fazer frente a qualquer alteração atmosférica no país, mas a intenção do Governo moçambicano é de possuir um helicóptero próprio, em vez de alugar, como tem sido pratica.
Para o primeiro trimestre de 2009, prevêem-se chuvas normais e abaixo do normal para o Centro e chuvas normais e acima do normal para o Sul e Norte do pais. Embora seja ainda cedo para antever com precisão o que efectivamenteira acontecer, já há previsão de ocorrência de cheias e inundações.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a ocorrência daquelas adversidades atmosféricas depende ainda da capacidade de retenção das águas pelas bacias dos países vizinhos, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Malawi e Zâmbia, para além do nível de saturação dos solos, sabido que há dois anos que Moçambique vem sendo assolado pela mesma intempérie.
Entretanto, o director-geral adjunto do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), Casimiro Abreu, disse que, face a esta previsão meteorológica, espera-se também chuvas regulares próprias para actividades agrícolas, o que é um prognostico positivo para a próxima época.
Um outro cenário aponta para chuvas com ciclone muito activo. Todos estes cenários serão actualizados com o andar do tempo. Em face disso, o INGC está a preparar um plano de actividades preventivas, que inclui a reparação da sua frota de 41 embarcações, a aquisição de novos motores de barco com 25 e 80 cavalos, treinamento e capacitação do pessoal, realização, no próximo mês de Novembro, de simulações sobre cheias no Vale do Limpopo, entre outras actividades preventivas de nível local.
Esta igualmente a ser acelerada a formação de Comités Locais de Gestão de Riscos de Calamidades, ao mesmo tempo que estão a ser adquiridos e distribuídos “kits” para aviso prévio.
Em termos financeiros, decorre a preparação do plano de contingência do INGC, avaliado em 120 milhões de dólares, para cobrir todas as necessidades previstas, segundo o matutino “Noticias”.
Este documento estava dependente da divulgação desta previsão, devendo, assim, ser agora submetido ao Conselho de Ministros para a sua aprovação ate finais de Setembro corrente.
Os meios disponíveis são apontados como necessários para fazer frente a qualquer alteração atmosférica no país, mas a intenção do Governo moçambicano é de possuir um helicóptero próprio, em vez de alugar, como tem sido pratica.

