Censo 2007: Gabinetes provinciais já estão em actividade
Maputo, 10 Abril 07 (www.jornalnoticias.co.mz) - Foi já oficializada a criação das estruturas de coordenação e execução do III Recenseamento Geral da População e Habitação a nível das províncias. Com efeito, entre finais de Março e princípios de Abril corrente foram estabelecidos os Conselhos Provinciais e Gabinetes Provinciais do Recenseamento, dirigidos, respectivamente, pelos governadores provinciais e delegados provinciais do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Estas estruturas, que têm por responsabilidade coordenar, orientar e executar todas as operações do censo 2007, integram, para além do delegado do INE, alguns directores provinciais de diferentes pelouros.
De acordo com dados que nos foram facultados por Marcelino Silva, responsável da Comissão de Informação e Publicidade do Gabinete Central de Recenseamento, a fase que se segue contemplará a criação dos Gabinetes Distritais, do Posto Administrativo do Recenseamento e do Órgão Executivo do Recenseamento, seguindo o programado no Plano Global do Censo aprovado pelo Conselho Coordenador do Recenseamento Geral da População e Habitação.
O Gabinete Central do Recenseamento, que integra, para além de quadros do INE, representantes dos Ministérios da Administração Estatal, Defesa, Agricultura, Obras Públicas e Habitação, Planificação e Desenvolvimento e Polícia da República de Moçambique, está já em pleno funcionamento desde Janeiro último.
Entretanto, de acordo com o nosso interlocutor, o Gabinete Central do Recenseamento concluiu já a produção dos manuais que vão orientar as diferentes etapas e vertentes da realização do censo/2007, previsto para Agosto próximo.
O processo, segundo apurámos, é de crucial importância para o sucesso desta que é a mais complexa operação estatística. Para o efeito, membros daquele órgão dedicaram, ao longo de várias semanas, especial atenção aos aspectos da forma e de conteúdo dos Manuais de Informação e Mobilização Social, do Recenseamento, do Controlador, de Capacitação, Casos Especiais, de Ética e Conduta, da Organização dos Gabinetes Provinciais e Distritais do Recenseamento.
Segundo Marcelino Silva, tratou-se de um exercício que tinha por finalidade harmonizar os conteúdos dos manuais de acordo com os objectivos do recenseamento, bem como adequá-los tanto aos pressupostos ditados pela natureza da operação, como às condições objectivas prevalecentes no país.
De acordo com dados que nos foram facultados por Marcelino Silva, responsável da Comissão de Informação e Publicidade do Gabinete Central de Recenseamento, a fase que se segue contemplará a criação dos Gabinetes Distritais, do Posto Administrativo do Recenseamento e do Órgão Executivo do Recenseamento, seguindo o programado no Plano Global do Censo aprovado pelo Conselho Coordenador do Recenseamento Geral da População e Habitação.
O Gabinete Central do Recenseamento, que integra, para além de quadros do INE, representantes dos Ministérios da Administração Estatal, Defesa, Agricultura, Obras Públicas e Habitação, Planificação e Desenvolvimento e Polícia da República de Moçambique, está já em pleno funcionamento desde Janeiro último.
Entretanto, de acordo com o nosso interlocutor, o Gabinete Central do Recenseamento concluiu já a produção dos manuais que vão orientar as diferentes etapas e vertentes da realização do censo/2007, previsto para Agosto próximo.
O processo, segundo apurámos, é de crucial importância para o sucesso desta que é a mais complexa operação estatística. Para o efeito, membros daquele órgão dedicaram, ao longo de várias semanas, especial atenção aos aspectos da forma e de conteúdo dos Manuais de Informação e Mobilização Social, do Recenseamento, do Controlador, de Capacitação, Casos Especiais, de Ética e Conduta, da Organização dos Gabinetes Provinciais e Distritais do Recenseamento.
Segundo Marcelino Silva, tratou-se de um exercício que tinha por finalidade harmonizar os conteúdos dos manuais de acordo com os objectivos do recenseamento, bem como adequá-los tanto aos pressupostos ditados pela natureza da operação, como às condições objectivas prevalecentes no país.

