Impasse nas negociações do salário mínimo
Maputo, 27 Abr 07 (AIM)- Os parceiros sociais falharam esta quinta-feira o consenso na definição do novo salário mínimo nacional em Moçambique.
Com efeito, as negociações para a revisão do salário mínimo, envolvendo o governo, empregadores e sindicatos, que decorrem no quadro da Comissão Consultiva de Trabalho (CCT), terminaram num impasse.
O Presidente da Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM-CS), Amos Matsinhe, revelou que a ronda negocial foi interrompida por falta de consenso entre as partes.
Segundo ele, o impasse instalou-se pelo facto de não ter havido consenso nas propostas de aumento apresentadas pelos empregadores e sindicatos.
Enquanto os sindicatos propõem um aumento de 17 por cento, os empregadores são a favor de uma subida na ordem de 13 por cento.
Os sindicatos consideram que a sua proposta procura minimizar o sofrimento dos trabalhadores, uma vez que o actual salário (1.440 meticais) apenas chega para cobrir metade das despesas básicas de uma família média. Porém, estas despesas não incluem os gastos com a educação, saúde e transporte. A próxima ronda negocial vai ter lugar numa data a anunciar.
O Presidente da Organização dos Trabalhadores de Moçambique – Central Sindical (OTM-CS), Amos Matsinhe, revelou que a ronda negocial foi interrompida por falta de consenso entre as partes.
Segundo ele, o impasse instalou-se pelo facto de não ter havido consenso nas propostas de aumento apresentadas pelos empregadores e sindicatos.
Enquanto os sindicatos propõem um aumento de 17 por cento, os empregadores são a favor de uma subida na ordem de 13 por cento.
Os sindicatos consideram que a sua proposta procura minimizar o sofrimento dos trabalhadores, uma vez que o actual salário (1.440 meticais) apenas chega para cobrir metade das despesas básicas de uma família média. Porém, estas despesas não incluem os gastos com a educação, saúde e transporte. A próxima ronda negocial vai ter lugar numa data a anunciar.

