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Detidos 11 agentes da polícia por extorção

MAPUTO, 13 FEV (AIM)- A Poíicia moçambicana (PRM) deteve recentemente um total de 11 seus agentes por estarem envolvidos em actos de extorsão de cidadãos, disse hoje, à imprensa, o Comandante-geral da corporação, Jorge Khalau.

“Prendemos 11 polícias que andavam a fazer extorsão”, disse Khalau, falando em Maputo durante uma conferência de imprensa realizada para falar sobre o encontro de quadros da Policia na capital moçambicana realizado ainda hoje nas instalações do Comando da PRM da Cidade.

 

“Essa não é a nossa conduta, mas sim de um punhado de agentes da corporação, por isso, nós apelamos a população de todo o país para denunciar práticas de extorsão e de roubo realizados por membros da Polícia”, acrescentou a fonte.

 

Khalau apelou também a população para denunciar qualquer acto criminal a esquadra ou posto policial mais próximo como forma de apoiar a Polícia no combate a criminalidade.

 

Fazendo um breve balanço do desempenho do Ministério do Interior (MINT) no quinquénio passado, Khalau referiu-se ao crescimento da operatividade policial dos anteriores 74 por cento para 80 por cento.

 

Segundo a fonte, esse sucesso deveu-se ao aumento da capacidade do MINT tanto em meios humanos como em materiais, com destaque para a formação de mais agentes, aquisição de meios de trabalho, bem como a construção e reabilitação de infra-estruturas polícias.

 

Entretanto, nem todas as metas foram cumpridas. O Comandante-geral da Polícia reconheceu que houve um recrudescimento do crime organizado que gerou uma certa instabilidade particularmente na cidade de Maputo.

 

Para o presente quinquénio, a Polícia vai priorizar as áreas cujas metas não foram alcançadas no quinquénio anterior, nomeadamente a construção e reabilitação de infra-estruturas distritais, aquisição de mais meios de comunicação aos comandos distritais e promoções e progressões dos membros da corporação.

 

“Vamos continuar apostados a apertar o cerco ao crime em todo o país, particularmente na cidade e província de Maputo (onde a situação da criminalidade é mais grave”, disse Khalau, reconhecendo, contudo que, “crime não se combate de um dia para o outro. Isto é luta permanente, mas sempre haverá um furo aqui e ali”.

 

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