FADM cada vez mais activos em acções sociais
Maputo, 04 Jul 08 (AIM) – As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) estão apostados em incrementar o seu contributo para o desenvolvimento do país através da participação, cada vez mais, em acções de cariz social com vista ao bem-estar dos moçambicanos e a boa imagem de Moçambique no exterior.
Esta determinação foi expressa ontem (Quinta-feira) pelo Ministro da Defesa Nacional, Filipe Nyussi, falando em Maputo por ocasião da reunião com os Adidos Militares acreditados em Moçambique. Na ocasião, que serviu também para as FADM transmitirem as experiências de sua intervenção na mitigação dos efeitos das calamidades naturais, o Ministrosalientou que, com Moçambique a gozar de uma situação político-militar estável e um ambiente de paz e reconciliação nacional, estão criadas as condições para se responder aos desafios impostos pela necessidade de desenvolver o país, através, principalmente, do combate a pobreza.
“As Forças Armadas são chamadas a dar o seu contributo para o bem-estar dos cidadãos e são várias as frentes em que o papel destas forças tem sido indispensável”, disse Nyusi, referindo-se as ocasiões em que as FADM tiveram que intervir contra acções criminais com recurso a armas de fogo, particularmente nas áreas urbanas do país, no controlo territorial nacional, que tem sido usado como corredor por imigrantes ilegais, e nas acções de protecção civil devido aos desastres naturais.
Por esta razão, as forças nacionais da defesa procuram colher experiências dos países dos adidos de defesa no que toca a participação de membros do exército na prevenção e mitigação das calamidades naturais com vista a redução da vulnerabilidade das populações afectadas.
Os adidos de defesa da Zâmbia, Coronel Paul Mihova, e da Itália, o Coronel Roberto Duraccio, apresentaram as experiências de seus países, tendo-se constatado que as mesmas se assemelham a de Moçambique na medida em que contribuíram para a redução das perdas humanas e materiais.
Da Zâmbia e Itália, Moçambique deverá adoptar algumas estratégias de acção neste campo, incluindo situações em que haja carência de meios materiais e financeiros para operar não só em Moçambique, mas também noutros países de África caso as Forças Armadas sejam chamadas a darem o seu apoio.
Nyusi prestou algumas informações aos adidos militares sobre a situação sociopolítica e económica de Moçambique, tendo destacado que o país tem estado a registar níveis satisfatórios de crescimento, não obstante o efeito negativo de fenómenos internacionais, tais como a subida vertiginosa dos preços dos combustíveis e dos bens alimentares contra os quais o Governo teve que tomar medidas inicialmente não previstas no plano económico e social do presente ano.
Em muitos países africanos onde a acção militarizada das forças de defesa não é muito activa, facto positivo, este sector échamado a participar em acções não militares de carácter social, em particular a promoção do desenvolvimento.
Mas para alem de contribuir para uma resposta no campo não militar, as forças de defesa e segurança de Moçambique tem se debatido com seus próprios problemas, cuja solução passa pelo aumento das fileiras e modernização das FADM, capacitação técnico-profissional, alargamento do campo de acção, melhoria da saúde militar, reforço da participação das forças no processo de integração regional na região da SADC.
“As Forças Armadas são chamadas a dar o seu contributo para o bem-estar dos cidadãos e são várias as frentes em que o papel destas forças tem sido indispensável”, disse Nyusi, referindo-se as ocasiões em que as FADM tiveram que intervir contra acções criminais com recurso a armas de fogo, particularmente nas áreas urbanas do país, no controlo territorial nacional, que tem sido usado como corredor por imigrantes ilegais, e nas acções de protecção civil devido aos desastres naturais.
Por esta razão, as forças nacionais da defesa procuram colher experiências dos países dos adidos de defesa no que toca a participação de membros do exército na prevenção e mitigação das calamidades naturais com vista a redução da vulnerabilidade das populações afectadas.
Os adidos de defesa da Zâmbia, Coronel Paul Mihova, e da Itália, o Coronel Roberto Duraccio, apresentaram as experiências de seus países, tendo-se constatado que as mesmas se assemelham a de Moçambique na medida em que contribuíram para a redução das perdas humanas e materiais.
Da Zâmbia e Itália, Moçambique deverá adoptar algumas estratégias de acção neste campo, incluindo situações em que haja carência de meios materiais e financeiros para operar não só em Moçambique, mas também noutros países de África caso as Forças Armadas sejam chamadas a darem o seu apoio.
Nyusi prestou algumas informações aos adidos militares sobre a situação sociopolítica e económica de Moçambique, tendo destacado que o país tem estado a registar níveis satisfatórios de crescimento, não obstante o efeito negativo de fenómenos internacionais, tais como a subida vertiginosa dos preços dos combustíveis e dos bens alimentares contra os quais o Governo teve que tomar medidas inicialmente não previstas no plano económico e social do presente ano.
Em muitos países africanos onde a acção militarizada das forças de defesa não é muito activa, facto positivo, este sector échamado a participar em acções não militares de carácter social, em particular a promoção do desenvolvimento.
Mas para alem de contribuir para uma resposta no campo não militar, as forças de defesa e segurança de Moçambique tem se debatido com seus próprios problemas, cuja solução passa pelo aumento das fileiras e modernização das FADM, capacitação técnico-profissional, alargamento do campo de acção, melhoria da saúde militar, reforço da participação das forças no processo de integração regional na região da SADC.

