Cultura: balanço positivo dos primeiros dias do festival
Xai – Xai (Moçambique), 14 Jul 08 (AIM) – O Ministério moçambicano da Educação e Cultura (MEC) considera de positivo o balanço dos primeiros dois dias do Festival Nacional da Cultura que decorre em Xai-Xai, a capital da Província sulista de Gaza, apesar de se terem registado alguns casos de doenças afectando os artistas participantes neste evento.
Com efeito, um artista pertencente a delegação da Província anfitriã deste maior evento cultural do país tem problemas de alergia, facto que, segundo Domingos Artur, Director Nacional de Cultura, pode resultar do consumo de algum tipo de alimento não familiar.
Na delegação da Província da Zambézia, centro do país, um artista tem um problema de inflação dentária, enquanto isso, os 30 artistas de Maputo que, desde o primeiro dia do festival, padeciam de malária estão em franca recuperação.“Os 30 artistas foram assistidos e já estão em recuperação. Já podem subir ao palco”, disse Domingos Artur, falando hoje (Domingo) em conferência de Imprensa destinada a realizar o balanço dos primeiros dois dias deste evento cultural que termina no próximo dia 18 de Julho corrente.
A adicionar a estes constrangimentos, assinala-se o problema dos ligeiros atrasos no início dos espectáculos o que tem a ver com dificuldades na montagem do equipamento. No primeiro dia do evento, por exemplo, falhou a projecção de um filme devido a este problema.
Segundo a fonte, apesar destes constrangimentos o balanço do festival “é positivo”. “ No dia da abertura do festival, fizemos uma cerimónia a altura da grandeza da riqueza da cultura do país, veiculamos mensagens sobre um pouco da nossa história, a colonização e as guerras de resistência, vimos a ansiedade dos moçambicanos e a predisposição dos jovens emcontribuir para o desenvolvimento do país” argumentou ele.
“No primeiro dia dos espectáculos (Sábado) vimos a grande afluência do público aos palcos. Também notamos uma forte afluência de pessoas nas feiras de gastronomia e de artesanato, a ansiedade dos jovens e crianças em querer saber um pouco mais tanto sobre a gastronomia do país como em relação as artes”, acrescentou o Director Nacional.
Falando particularmente sobre as feiras de artesanato e do livro e disco, Domingos Artur disse que um total de 30 peças de artesanato haviam sido compradas até Sábado passado. Na feira do livro e do disco, inaugurada no Sábado passado, foi comprado um total de 50 livros e também adquiridos 15 discos. Domingos Artur disse que algumas obras de artesanato, com destaque para escultura e quadros de pintura, foram identificadas e adquiridas pelo MEC para fazerem parte do Património Nacional da Cultura.
Estas obras servirão para enriquecer o Museu Nacional da Cultura, localizado na Província nortenha de Nampula, e no Museu Nacional de Artes, em Maputo, a capital do país. Hoje (Domingo), o festival continua marcado por uma série de apresentações desde o teatro, música, dança, desfile de moda, para além das feiras de gastronomia, artesanato, bem como do livro e disco.
Contudo, a chuva que tem estado a cair pausadamente desde o nascer do dia poderá manchar as actividades dos mais de 700 artistas participantes no evento, pois alguns dos palcos, sobretudo os concebidos para espectáculos musicais, não estão protegidos.
“Esta manhã tivemos que interromper os ensaios por causa da chuva não só para salvaguardar a saúde dos artistas, mas também para não prejudicar o equipamento”, disse Artur, acrescentando que “se a chuva não parar teremos de fazer uma “ginástica” no programa.
Na delegação da Província da Zambézia, centro do país, um artista tem um problema de inflação dentária, enquanto isso, os 30 artistas de Maputo que, desde o primeiro dia do festival, padeciam de malária estão em franca recuperação.“Os 30 artistas foram assistidos e já estão em recuperação. Já podem subir ao palco”, disse Domingos Artur, falando hoje (Domingo) em conferência de Imprensa destinada a realizar o balanço dos primeiros dois dias deste evento cultural que termina no próximo dia 18 de Julho corrente.
A adicionar a estes constrangimentos, assinala-se o problema dos ligeiros atrasos no início dos espectáculos o que tem a ver com dificuldades na montagem do equipamento. No primeiro dia do evento, por exemplo, falhou a projecção de um filme devido a este problema.
Segundo a fonte, apesar destes constrangimentos o balanço do festival “é positivo”. “ No dia da abertura do festival, fizemos uma cerimónia a altura da grandeza da riqueza da cultura do país, veiculamos mensagens sobre um pouco da nossa história, a colonização e as guerras de resistência, vimos a ansiedade dos moçambicanos e a predisposição dos jovens emcontribuir para o desenvolvimento do país” argumentou ele.
“No primeiro dia dos espectáculos (Sábado) vimos a grande afluência do público aos palcos. Também notamos uma forte afluência de pessoas nas feiras de gastronomia e de artesanato, a ansiedade dos jovens e crianças em querer saber um pouco mais tanto sobre a gastronomia do país como em relação as artes”, acrescentou o Director Nacional.
Falando particularmente sobre as feiras de artesanato e do livro e disco, Domingos Artur disse que um total de 30 peças de artesanato haviam sido compradas até Sábado passado. Na feira do livro e do disco, inaugurada no Sábado passado, foi comprado um total de 50 livros e também adquiridos 15 discos. Domingos Artur disse que algumas obras de artesanato, com destaque para escultura e quadros de pintura, foram identificadas e adquiridas pelo MEC para fazerem parte do Património Nacional da Cultura.
Estas obras servirão para enriquecer o Museu Nacional da Cultura, localizado na Província nortenha de Nampula, e no Museu Nacional de Artes, em Maputo, a capital do país. Hoje (Domingo), o festival continua marcado por uma série de apresentações desde o teatro, música, dança, desfile de moda, para além das feiras de gastronomia, artesanato, bem como do livro e disco.
Contudo, a chuva que tem estado a cair pausadamente desde o nascer do dia poderá manchar as actividades dos mais de 700 artistas participantes no evento, pois alguns dos palcos, sobretudo os concebidos para espectáculos musicais, não estão protegidos.
“Esta manhã tivemos que interromper os ensaios por causa da chuva não só para salvaguardar a saúde dos artistas, mas também para não prejudicar o equipamento”, disse Artur, acrescentando que “se a chuva não parar teremos de fazer uma “ginástica” no programa.

