Desafios do PARPA exigem trabalho articulado
Maputo, 15 Jul 08 (AIM) – A Ministra moçambicana da Mulher e da Acção Social (MMAS), Virgínia Matabele, reiterou a importância do trabalho articulado e coordenado entre o pelouro e os diversos intervenientes do sector, para se corresponder aos desafios do Plano de Acção para Redução da Pobreza Absoluta (PARPA II).
Matabele fez esta afirmação ontem (Segunda-feira), em Maputo, na abertura da reunião com os membros do grupo de revisão conjunta destinada a analisar fundamentalmente os termos de referência do grupo de trabalho da acção social no âmbito PARPA II.
A apresentação dos resultados do exercício de planificação conjunta do Ministério da Mulher e da Acção (MMAS) e as Nações Unidas constitui outro ponto de agenda do encontro de um dia que junta quadros do pelouro, parceiros de cooperação e representantes da sociedade civil.
“De modo a corresponder aos desafios que nos foram lançados, nos reconhecemos que para garantir o cumprimentodas metas da área da mulher e da acção social definidas pelo PARPA II é necessário consolidar e desenvolver um trabalho cada vez mais articulado e coordenado entre o ministério e os diversos intervenientes do sector”, disse Matabele.
Em 2007, segundo a ministra, foram dados passos positivos visando melhorar a abordagem coordenada das intervenções deste sector. “Face aos bons resultados, a planificação conjunta na área da mulher e da acção social deve ser formalizada e consolidada visando fortalecer as estruturas de diálogo e alinhar os ciclos de planificação e revisão com o ciclo de planificação e orçamentação do governo”, disse ela.
O estabelecimento de uma estrutura formalizada e consolidada de diálogo permitirá acompanhar as políticas e instrumentos aprovados pelo Executivo na área da mulher e acção social, destacando-se a Política da Acção Social que, este ano, completa 10 anos desde a sua aprovação, em 1998.
Ao abrigo da política social, o MMAS conseguiu, a título de exemplo, prestar, só em 2007, assistência multiforme a mais de 500 mil crianças em todo o país. O pelouro conseguiu avanços notórios nas áreas do género, da pessoa idosa e da pessoa portadora de deficiência. Todavia, os planos na área da mulher e acção social requerem uma intervenção multi-sectorial e a sua efectivação não depende apenas do sector da mulher e acção social, mas de todos os parceiros do governo, da sociedade civil e das agências doadoras.
“Com a constituição do grupo de trabalho da acção social no âmbito do PARPA será estabelecida uma plataforma de diálogo em que todos os sectores envolvidos na área da acção social podem contribuir com melhores estratégias para levar a bom termo os desafios que nos são lançados”, vincou a ministra.
O grupo de trabalho que se pretende criar deverá, segundo Matabele, constituir um fórum de partilha de estratégias, políticas, e desafios na área da mulher e acção social.
A apresentação dos resultados do exercício de planificação conjunta do Ministério da Mulher e da Acção (MMAS) e as Nações Unidas constitui outro ponto de agenda do encontro de um dia que junta quadros do pelouro, parceiros de cooperação e representantes da sociedade civil.
“De modo a corresponder aos desafios que nos foram lançados, nos reconhecemos que para garantir o cumprimentodas metas da área da mulher e da acção social definidas pelo PARPA II é necessário consolidar e desenvolver um trabalho cada vez mais articulado e coordenado entre o ministério e os diversos intervenientes do sector”, disse Matabele.
Em 2007, segundo a ministra, foram dados passos positivos visando melhorar a abordagem coordenada das intervenções deste sector. “Face aos bons resultados, a planificação conjunta na área da mulher e da acção social deve ser formalizada e consolidada visando fortalecer as estruturas de diálogo e alinhar os ciclos de planificação e revisão com o ciclo de planificação e orçamentação do governo”, disse ela.
O estabelecimento de uma estrutura formalizada e consolidada de diálogo permitirá acompanhar as políticas e instrumentos aprovados pelo Executivo na área da mulher e acção social, destacando-se a Política da Acção Social que, este ano, completa 10 anos desde a sua aprovação, em 1998.
Ao abrigo da política social, o MMAS conseguiu, a título de exemplo, prestar, só em 2007, assistência multiforme a mais de 500 mil crianças em todo o país. O pelouro conseguiu avanços notórios nas áreas do género, da pessoa idosa e da pessoa portadora de deficiência. Todavia, os planos na área da mulher e acção social requerem uma intervenção multi-sectorial e a sua efectivação não depende apenas do sector da mulher e acção social, mas de todos os parceiros do governo, da sociedade civil e das agências doadoras.
“Com a constituição do grupo de trabalho da acção social no âmbito do PARPA será estabelecida uma plataforma de diálogo em que todos os sectores envolvidos na área da acção social podem contribuir com melhores estratégias para levar a bom termo os desafios que nos são lançados”, vincou a ministra.
O grupo de trabalho que se pretende criar deverá, segundo Matabele, constituir um fórum de partilha de estratégias, políticas, e desafios na área da mulher e acção social.

