Detidos 153 zimbabweanos violadores de fronteiras
Maputo, 23 Jul 08 (AIM) - Um total de 153 zimbabweanos foram detidos, durante a semana passada, indiciados de violar as fronteiras terrestres nacionais, informaram ontem (Terça-feira) as autoridades policiais moçambicanas em Maputo.
Segundo Pedro Cossa, porta-voz do Comando-geral da Polícia moçambicana (PRM), este grupo de zimbabweanos faz parte de um universo de 321 violadores de fronteiras, dentre eles alguns malawianos, tanzanianos e zambianos. “Para o caso dos zimbabweanos, as razões da violação de fronteiras são económicas. Não é segredo para ninguém o que está a acontecer no Zimbabwe. Elesatravessam a fronteira para realizarem trocas comerciais em diversas partes do país”, disse Cossa, falando em conferência de imprensa destinada a fazer o balanço da situação criminal no país durante a semana passada.
De acordo com a fonte, esses actos, que não resultam de má intenção dos violadores, são mais graves na fronteira da província central de Tete, a mais extensa com mais de 1.500 quilómetros.
Ele disse que a Polícia tem estado a redobrar esforços para controlar as fronteiras nacionais, mas o trabalho não é fácil porque o efectivo das forças de guarda fronteira é reduzido.
Ainda na conferência de imprensa de ontem (Terça-feira), Pedro Cossa revelou que o Comando-Geral está a apertar cada vez mais os critérios visando a atribuição de licenças de armas de fogo a cidadãos para a sua segurança particular.
“Ainda que não tenhamos identificado casos assinaláveis de crimes envolvendo armas do Estado atribuídas a cidadãos, nós queremos desencorajar os pedidos de licença para porte e uso de armas. As pessoas tem de confiar nas autoridades policiais”, referiu ele.
Nos últimos dias, diversos cidadãos tem solicitado licenças de porte e uso de armas ao Comando-Geral da Polícia, instituição com competências para decidir sobre a matéria. Só na semana passada, a PRM diz ter indeferido 11 pedidos e deferido outros oito.
De acordo com a fonte, esses actos, que não resultam de má intenção dos violadores, são mais graves na fronteira da província central de Tete, a mais extensa com mais de 1.500 quilómetros.
Ele disse que a Polícia tem estado a redobrar esforços para controlar as fronteiras nacionais, mas o trabalho não é fácil porque o efectivo das forças de guarda fronteira é reduzido.
Ainda na conferência de imprensa de ontem (Terça-feira), Pedro Cossa revelou que o Comando-Geral está a apertar cada vez mais os critérios visando a atribuição de licenças de armas de fogo a cidadãos para a sua segurança particular.
“Ainda que não tenhamos identificado casos assinaláveis de crimes envolvendo armas do Estado atribuídas a cidadãos, nós queremos desencorajar os pedidos de licença para porte e uso de armas. As pessoas tem de confiar nas autoridades policiais”, referiu ele.
Nos últimos dias, diversos cidadãos tem solicitado licenças de porte e uso de armas ao Comando-Geral da Polícia, instituição com competências para decidir sobre a matéria. Só na semana passada, a PRM diz ter indeferido 11 pedidos e deferido outros oito.

