Moçambique lança Censo da fauna bravia
Maputo, 04 Mar 08 (AIM) – O Ministro da Agricultura, Soares Nhaca, anunciou hoje, em Maputo, o lançamento do Censo Nacional de Fauna Bravia, um projecto desenhado pelo governo e consultores internacionais.
A inventariação nacional da fauna bravia vai providenciar o conhecimento do potencial disponível em termos de número de animais por espécie, densidade e sua distribuição de modo a apoiar na adopção da estratégia de planificação de áreas de conservação, gestão comunitária e áreas de utilização múltipla. O início está previsto para Junho, prevendo-se que venha a ter uma duração de três meses.
De acordo com Soares Nhaca, o grande objectivo deste censo nacional é obter instrumentos que possibilitem o governo tomar medidas de controlo e mitigação do conflito Homem/Animal, bem como garantir a segurança alimentar.
O conflito entre o homem e a fauna bravia, segundo ele, tem vindo a registar um agravamento nos últimos anos, facto intimamente ligado a competição entre as duas espécies pelo mesmo espaço, alimentos e água. “O maior impacto negativo do conflito homem/fauna bravia está relacionado com a perda de vidas humanas e de vários hectares de culturas agrícolas, animais domésticos e outros bens da população”, disse o ministro, fazendo igualmente referência à perda de algumas espécies animais de valor económico e ecológico que anualmente são abatidos em defesa de pessoas e bens.
Reafirmando a importância da defesa da vida humana, o ministro da agricultura reiterou o empenho do governo na busca de soluções que assegurem o abate de todos os animais problemáticos e também garantir que as populações tirem benefícios económicos, sociais e ecológicos do potencial faunístico de Moçambique.
Neste momento, Moçambique carece de uma informação actualizada sobre a fauna bravia, com excepção das reservas de Maputo e Niassa, o Parque Nacional de Gorongosa e a Área Comunitária de Tchuma Tchato, na província de Tete. Os dados destes locais são mais ou menos recentes e, por isso, o presente censo exclui estas áreas de conservação.
O inventário da fauna bravia, cujorelatório final deverá estar concluído antes do final do corrente ano, vai criar as bases para a adopção de um sistema de informação específica para facilitar a conservação e utilização sustentável dos recursos da fauna bravia.
O relatório final será acompanhado de mapas de zoneamento ecológico da fauna bravia, efectivos animais por espécie, de distribuição dos assentamentos da população humana, de distribuição de zonas com potencial de ocorrência de conflitos e mapas de migração dos grandes mamíferos.
Devido a exiguidade de recursos financeiros e materiais, a pesquisa será com base na amostragem de dados que forem sendo recolhidos para determinar a média nas outras áreas com características idênticas.
Durante três meses, uma aeronave de pesquisa com uma equipa de quatro pessoas vai sobrevoar áreas do território nacional durante 600 horas, numa missão de recolha de dados para posterior leitura e compilação de resultados.
De acordo com Soares Nhaca, o grande objectivo deste censo nacional é obter instrumentos que possibilitem o governo tomar medidas de controlo e mitigação do conflito Homem/Animal, bem como garantir a segurança alimentar.
O conflito entre o homem e a fauna bravia, segundo ele, tem vindo a registar um agravamento nos últimos anos, facto intimamente ligado a competição entre as duas espécies pelo mesmo espaço, alimentos e água. “O maior impacto negativo do conflito homem/fauna bravia está relacionado com a perda de vidas humanas e de vários hectares de culturas agrícolas, animais domésticos e outros bens da população”, disse o ministro, fazendo igualmente referência à perda de algumas espécies animais de valor económico e ecológico que anualmente são abatidos em defesa de pessoas e bens.
Reafirmando a importância da defesa da vida humana, o ministro da agricultura reiterou o empenho do governo na busca de soluções que assegurem o abate de todos os animais problemáticos e também garantir que as populações tirem benefícios económicos, sociais e ecológicos do potencial faunístico de Moçambique.
Neste momento, Moçambique carece de uma informação actualizada sobre a fauna bravia, com excepção das reservas de Maputo e Niassa, o Parque Nacional de Gorongosa e a Área Comunitária de Tchuma Tchato, na província de Tete. Os dados destes locais são mais ou menos recentes e, por isso, o presente censo exclui estas áreas de conservação.
O inventário da fauna bravia, cujorelatório final deverá estar concluído antes do final do corrente ano, vai criar as bases para a adopção de um sistema de informação específica para facilitar a conservação e utilização sustentável dos recursos da fauna bravia.
O relatório final será acompanhado de mapas de zoneamento ecológico da fauna bravia, efectivos animais por espécie, de distribuição dos assentamentos da população humana, de distribuição de zonas com potencial de ocorrência de conflitos e mapas de migração dos grandes mamíferos.
Devido a exiguidade de recursos financeiros e materiais, a pesquisa será com base na amostragem de dados que forem sendo recolhidos para determinar a média nas outras áreas com características idênticas.
Durante três meses, uma aeronave de pesquisa com uma equipa de quatro pessoas vai sobrevoar áreas do território nacional durante 600 horas, numa missão de recolha de dados para posterior leitura e compilação de resultados.

