Recenseados mais de oito milhões de eleitores
Maputo, 05 Mar 08 (AIM) – O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) já recenseou um total de 8.182.282 cidadãos, num universo de 10 milhões de potenciais eleitores previstos.
O processo, cuja segunda fase começou a 15 de Janeiro de 2008, será concluído a 15 de corrente mês. Nesta segunda fase, foram recenseados pouco mais de 680 mil potenciais eleitores, numero que acresce aos 7.5 milhões inscritos durante a primeira fase, quedecorreu de 24 de Setembro a 24 de Dezembro de 2007.
Segundo as suas previsões, o STAE prevê recensear cerca de 10 milhões de potenciais eleitores para as próximas eleições autárquicas, provinciais e gerais em Moçambique.
Comentando sobre o processo, o porta-voz do STAE, Lucas José, disse que estão sendo feitos esforços para o cumprimento da meta, e que o número dos recenseados corresponde a cerca de 80.69 porcento do total de potenciaiseleitores previstos para este processo. Lucas José reconhece que a segunda fase está a ser caracterizada por uma fraca afluência dos cidadãos aos postos de recenseamento, afirmando desconhecer as razões por detrás disso.
Inicialmente, a conclusão do processo havia sido agendado para Dezembro de 2007, tendo sido alargado por um período adicional de dois meses, devido aos problemas de varias ordem registados durante a primeira fase.
Esta extensão tinha como objectivo permitir a inscrição de uma maior número de eleitores possível. “Mas no terreno estão a registar-se sérios constrangimentos derivados, sobretudo, as cheias e inundações nas regiões centro e norte do país e da fraca afluência dos cidadãos aos postos de recenseamento”, realçou o porta-voz do STAE.
Como forma de tentar minimizar a situação, ambos o STAE central e a Comissão Nacional de Eleições-CNE, enviaram varias equipes aos diferentes pontos do país para “monitorar” a situação e apoiar o processo de recenseamento eleitoral no terreno.
Lucas José afirmou que “para inverter esta situação, caracterizada por uma fraca afluência de eleitores aos postos de recenseamento, estamos a desenvolver um conjunto de actividades, viradas sobretudo para a sensibilização dos cidadãos, em particular os que ainda não se recensearam para o fazerem”.
As cheias forçaram a transferência das brigadas que funcionavam nas zonas afectadas para outras mais seguras, bem como as próprias populações, indo fixar-se em centros de reassentamento, em alguns casos fora do distrito.
Segundo as suas previsões, o STAE prevê recensear cerca de 10 milhões de potenciais eleitores para as próximas eleições autárquicas, provinciais e gerais em Moçambique.
Comentando sobre o processo, o porta-voz do STAE, Lucas José, disse que estão sendo feitos esforços para o cumprimento da meta, e que o número dos recenseados corresponde a cerca de 80.69 porcento do total de potenciaiseleitores previstos para este processo. Lucas José reconhece que a segunda fase está a ser caracterizada por uma fraca afluência dos cidadãos aos postos de recenseamento, afirmando desconhecer as razões por detrás disso.
Inicialmente, a conclusão do processo havia sido agendado para Dezembro de 2007, tendo sido alargado por um período adicional de dois meses, devido aos problemas de varias ordem registados durante a primeira fase.
Esta extensão tinha como objectivo permitir a inscrição de uma maior número de eleitores possível. “Mas no terreno estão a registar-se sérios constrangimentos derivados, sobretudo, as cheias e inundações nas regiões centro e norte do país e da fraca afluência dos cidadãos aos postos de recenseamento”, realçou o porta-voz do STAE.
Como forma de tentar minimizar a situação, ambos o STAE central e a Comissão Nacional de Eleições-CNE, enviaram varias equipes aos diferentes pontos do país para “monitorar” a situação e apoiar o processo de recenseamento eleitoral no terreno.
Lucas José afirmou que “para inverter esta situação, caracterizada por uma fraca afluência de eleitores aos postos de recenseamento, estamos a desenvolver um conjunto de actividades, viradas sobretudo para a sensibilização dos cidadãos, em particular os que ainda não se recensearam para o fazerem”.
As cheias forçaram a transferência das brigadas que funcionavam nas zonas afectadas para outras mais seguras, bem como as próprias populações, indo fixar-se em centros de reassentamento, em alguns casos fora do distrito.

