Polícia expulsa garimpeiros ilegais de Mogovolas
Maputo, 10 Mar 08 (AIM) – A Polícia da República de Moçambique (PRM) foi chamada a intervir na vila de Nametil, sede distrital de Mogovolas, província setentrional de Nampula, para restaurar a ordem e segurança públicas, na sequência da presença de mais de mil garimpeiros ilegais.
A intervenção das forças da lei e ordem resultou na detenção de mais de 50 garimpeiros estrangeiros e na confiscação de enormes quantidades de turmalinas que estavam em sua posse.A turmalina é uma pedra preciosa de elevado valor comercial no mercado internacional, e os garimpeiros moçambicanos e estrangeiros disputam as reservas daquele minério precioso.
Segundo o Jornal “Notícias”, a polícia foi forçada a recorrer a força para desmantelar uma rede de garimpeiros maioritariamente estrangeiros que, com a cumplicidade de alguns nacionais, se dedica a exploração de pedras preciosas na zona de Avureira, na vila de Nametil.Outros operadores que se supõem ser zimbabweanos, expulsos de Báruè, na província central de Manica, escalaram o distrito de Mogovolas, onde se dedicam a venda de turmalinas de cores de rosa e vermelhas.
A zona de Avureira tornou-se, em pouco tempo, uma cidadela iluminada, através dos geradores de corrente eléctrica, com a comercialização dos minérios a ganhar maior expressão. Naquela zona são vendidas viaturas de tracção a quatro rodas, motos, motorizadas, bicicletas de varias marcas, e aparelhagens sonoras. Estes bens são comercializados a preços acessíveis pelos operadores informais que se serviram da ocasião para tirar lucro nos negócios.
Até porque naquela zona circulavam elevadas somas de moeda tanto nacional quanto estrangeira. Candeeiro Bacalhau, Chefe de Departamento Provincial de Recursos Minerais e Energia em Nampula, disse que quando tomou conhecimento da anarquia em Avureia, nas últimas duas semanas, tratou de procurar por cobro a situação.
Na zona de Avureia ocorre a turmalina, estando em curso um processo de apuramento das quantidades deste minério confiscadas dos garimpeiros ilegais. A PRM e a Migração estão a averiguar a legalidade da permanência dos 50 cidadãos ora detidos em Avureia.
Segundo o Jornal “Notícias”, a polícia foi forçada a recorrer a força para desmantelar uma rede de garimpeiros maioritariamente estrangeiros que, com a cumplicidade de alguns nacionais, se dedica a exploração de pedras preciosas na zona de Avureira, na vila de Nametil.Outros operadores que se supõem ser zimbabweanos, expulsos de Báruè, na província central de Manica, escalaram o distrito de Mogovolas, onde se dedicam a venda de turmalinas de cores de rosa e vermelhas.
A zona de Avureira tornou-se, em pouco tempo, uma cidadela iluminada, através dos geradores de corrente eléctrica, com a comercialização dos minérios a ganhar maior expressão. Naquela zona são vendidas viaturas de tracção a quatro rodas, motos, motorizadas, bicicletas de varias marcas, e aparelhagens sonoras. Estes bens são comercializados a preços acessíveis pelos operadores informais que se serviram da ocasião para tirar lucro nos negócios.
Até porque naquela zona circulavam elevadas somas de moeda tanto nacional quanto estrangeira. Candeeiro Bacalhau, Chefe de Departamento Provincial de Recursos Minerais e Energia em Nampula, disse que quando tomou conhecimento da anarquia em Avureia, nas últimas duas semanas, tratou de procurar por cobro a situação.
Na zona de Avureia ocorre a turmalina, estando em curso um processo de apuramento das quantidades deste minério confiscadas dos garimpeiros ilegais. A PRM e a Migração estão a averiguar a legalidade da permanência dos 50 cidadãos ora detidos em Avureia.

