“Madjermanes” invadem Ministério do Trabalho
Os antigos trabalhadores moçambicanos na Antiga Alemanha do Leste (RDA), conhecidos localmente por Madjermanes, “assaltaram” esta Quarta-feira o Gabinete da Ministra do Trabalho para pedir explicações pela sua alegada interferência no exercício do seu direito cívico de manifestação.
Os trabalhadores chegaram ao gabinete da Ministra do Trabalho por volta das 10 horas da manhã de Quarta - feira. Um grupo de cerca de 170 pessoas tentou entrar no gabinete da Ministra e foi impedido pelos guardas, tendo os mesmos decido entrar em outros compartimentos do edifício do Ministério do Trabalho (MITRAB) para falar com o Secretário Permanente.
Por terem sido ditos que o Secretário Permanente também não se encontrava presente decidiram esperar.
Algum tempo depois, os antigos trabalhadores moçambicanos na Alemanha começaram a sair do interior do Ministério.
Os "madjermanes" foram escoltados pela polícia até ao Jardim 28 de Maio, algures no Bairro do Alto - Mãe, e que hoje é também chamado “Jardim dos Madjermanes”.
Os trabalhadores da antiga Alemanha do Leste dizem que querem um encontro com o governo porque eles têm muitos assuntos a apresentar sobre o pagamento dos valores que foram transferidos quando trabalhavam naquele país, entretanto ainda não obtiveram autorização para qualquer tipo de manifestação, daí a ilegalidade das suas acções.
Por terem sido ditos que o Secretário Permanente também não se encontrava presente decidiram esperar.
Algum tempo depois, os antigos trabalhadores moçambicanos na Alemanha começaram a sair do interior do Ministério.
Os "madjermanes" foram escoltados pela polícia até ao Jardim 28 de Maio, algures no Bairro do Alto - Mãe, e que hoje é também chamado “Jardim dos Madjermanes”.
Os trabalhadores da antiga Alemanha do Leste dizem que querem um encontro com o governo porque eles têm muitos assuntos a apresentar sobre o pagamento dos valores que foram transferidos quando trabalhavam naquele país, entretanto ainda não obtiveram autorização para qualquer tipo de manifestação, daí a ilegalidade das suas acções.

