Fazer da ordem e segurança públicas uma vantagem comparativa
Maputo, 20 Mar 08 (AIM) - O Ministério moçambicano do Interior assume a formação e a preparação do recurso humano como plataforma giratória capaz de fazer da ordem e segurança públicas uma vantagem comparativa para um Moçambique cada vez mais competitivo na atracção de investimentos.
Esta posição foi assumida, esta quarta-feira (ontem), pelo Ministro do Interior, José Pacheco, no encerramento do primeiro curso de reciclagem de oficiais superiores e subalternos da polícia e abertura do IV curso da Força de Guarda-Fronteira na Escola Básica da Polícia de Matalane na província de Maputo.
Participaram no curso 102 quadros de direcção e chefia do Ministério do Interior, 409 guardas policiais, 250 guardas prisionais, 80 candidatos a cadetes da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL) e 60 elementos da polícia municipal da Matola.
Espera-se que no curso de guardafronteira, que hoje inicia, participem 600 agentes. O curso de reciclagem de oficiais em função de comando, direcção e chefia, segundo Pacheco, visa desenvolver nos participantes atitudes e hábitos consentâneos com as normas e regras policiais, galvanizar nos oficiais o espírito de respeito pelas normas de convivência no relacionamento institucional e cumprir missões com profissionalismo.
“Por isso, a promoção destes cursos resulta da nossa convicção de que a qualidade de serviço que temos prestado ao cidadão está, grosso modo, dependente do nosso principal recurso que e o Homem”, disse.
Pacheco disse esperar que a aprendizagem constitua um carregar de baterias para consolidar e irradiar o sentido do amor pelo trabalho no processo de direcção das forcas “sobretudo no relacionamento com o cidadão a quem juramos servir”.
No que respeita a Força de Guarda-Fronteira, Pacheco disse que curso representa um grande reforço, dada a vulnerabilidade com que apresenta parte considerável da linha de fronteira do país, o que permite a ocorrência de práticas de tráfico de pessoas e migração clandestina, assim como o contrabando de gado, mercadorias, armas, viaturas, drogas, entre outros.
Neste que é o primeiro de uma série de cursos de reciclagem a serem levadas a cabo pela instituição, foram ministradas matérias relacionadas com a instrução militar, educação patriótica e cívica, direitos fundamentais, operações policiais e tiro, ética e questões transversais.
Participaram no curso 102 quadros de direcção e chefia do Ministério do Interior, 409 guardas policiais, 250 guardas prisionais, 80 candidatos a cadetes da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL) e 60 elementos da polícia municipal da Matola.
Espera-se que no curso de guardafronteira, que hoje inicia, participem 600 agentes. O curso de reciclagem de oficiais em função de comando, direcção e chefia, segundo Pacheco, visa desenvolver nos participantes atitudes e hábitos consentâneos com as normas e regras policiais, galvanizar nos oficiais o espírito de respeito pelas normas de convivência no relacionamento institucional e cumprir missões com profissionalismo.
“Por isso, a promoção destes cursos resulta da nossa convicção de que a qualidade de serviço que temos prestado ao cidadão está, grosso modo, dependente do nosso principal recurso que e o Homem”, disse.
Pacheco disse esperar que a aprendizagem constitua um carregar de baterias para consolidar e irradiar o sentido do amor pelo trabalho no processo de direcção das forcas “sobretudo no relacionamento com o cidadão a quem juramos servir”.
No que respeita a Força de Guarda-Fronteira, Pacheco disse que curso representa um grande reforço, dada a vulnerabilidade com que apresenta parte considerável da linha de fronteira do país, o que permite a ocorrência de práticas de tráfico de pessoas e migração clandestina, assim como o contrabando de gado, mercadorias, armas, viaturas, drogas, entre outros.
Neste que é o primeiro de uma série de cursos de reciclagem a serem levadas a cabo pela instituição, foram ministradas matérias relacionadas com a instrução militar, educação patriótica e cívica, direitos fundamentais, operações policiais e tiro, ética e questões transversais.

