ACAMO: Esclarecimento
Foi publicada neste portal uma notícia dando conta que a Delegação da Comissão Europeia em Moçambique está a financiar 15 diversos projectos da Associação dos Cegos e Ambliopes de Moçambique (ACAMO), num montante avaliado em mais de cinco milhões de Euros. A notícia foi recebida da AIM (Agência Internacional de Moçambique) como tem sido hábito.
Entretanto, em discórdia com alguns aspectos do artigo o presidente da ACAMO, escreveu para a direcção deste portal para esclerecer alguns pontos, que são transcritos a baixo, em consonância com o artigo 33 da Lei 18/91 de 10 de Agosto:
Não corresponde a verdade que a ACAMO teria beneficiado de apoio da União Europeia, Delegação de Moçambique, de um fundo de 5 milhões de dólares, para financiar 15 projectos da associação.
"A notícia cita intervenções da então oficial da Comissão Europeia – programa de direitos humanos – e do presidente da ACAMO, Dr. José Diquissone Tole, durante os discursos proferidos na IV Assembleia Geral da ACAMO, realizada em Vilankulo, na presença do chefe de Estado. Diga-se de passagem que, em nenhum momento estas duas personalidades se teriam pronunciado neste sentido. O que efectivamente foi dito, pela voz da senhora Laurance Burckel, ex-oficial do programa de direitos humanos da Comissão Europeia em Maputo, é que a sua delegação já despendeu em Moçambique 5 milhões de dólares para programas com diversos parceiros, tendo ACAMO beneficiado apenas de 90 mil euros do montante".
Não corresponde a verdade que a ACAMO teria beneficiado de apoio da União Europeia, Delegação de Moçambique, de um fundo de 5 milhões de dólares, para financiar 15 projectos da associação.
"A notícia cita intervenções da então oficial da Comissão Europeia – programa de direitos humanos – e do presidente da ACAMO, Dr. José Diquissone Tole, durante os discursos proferidos na IV Assembleia Geral da ACAMO, realizada em Vilankulo, na presença do chefe de Estado. Diga-se de passagem que, em nenhum momento estas duas personalidades se teriam pronunciado neste sentido. O que efectivamente foi dito, pela voz da senhora Laurance Burckel, ex-oficial do programa de direitos humanos da Comissão Europeia em Maputo, é que a sua delegação já despendeu em Moçambique 5 milhões de dólares para programas com diversos parceiros, tendo ACAMO beneficiado apenas de 90 mil euros do montante".

