Necessários USD 20 milhões para impressão do BI
Maputo, 03 Set (AIM) - As autoridades moçambicanas do sector de Identificação Civil precisam de 20 milhões de dólares EUA, para realizar um plano imediato visando conferir maior celeridade ao processo de emissão de Bilhetes de Identidade (BI), cuja obtenção virou grande “dor de cabeça” para os cidadãos nos últimos tempos.
Actualmente, um pedido de BI pela primeira vez ou para renovação, que por norma devia ser despachado em 90 dias só se consegue obter transcorridos nove a 12 meses.
Hélder dos Santos, Director Nacional de Identificação Civil, entrevistado pelo semanário “domingo”, reconheceu os atrasos e aponta como principal causa a obsolência do equipamento instalado no Centro de Produção de Bilhetes de Identidade (CPDI) localizado na capital, Maputo.
O equipamento em referencia é da marca Siemens, de origem alema, e esta a funcinar no CPDI desde 1999, produzindo BI’s para toda a região sul e centro do país, socorrendo nalgumas vezes a região norte.
O equipamento, segundo dos Santos, tem registado constantes falhas e quedas do sistema que se apresenta desactualizado (Windows 98) por conseguinte incapaz de responder a demanda.
“Estamos agora dependentes deste equipamento obsoleto e lento cujos acessórios já não existem no mercado. Houve tempos que, em caso de avarias, recorriamos a sucata para retirar algumas peças para substituir as avariadas”, desabafou.
A agravar ainda mais o problema, Dos Santos diz que se registou uma avaria grossa em 2005 que obrigou aquela instituição a paralisar, temporariamente, as actividades e era necessário importar novas peças. O pior é que o fabricante já não reconhecia algumas peças nem o ano de seu fabrico.
Esta paragem, de acordo com a fonte, fez aumentar o número de pedidos de BI’s, originando as enchentes que se verificam nos postos e, a agravar depois de solucionadas das avarias as máquinas sofreram sobrecarga e aqueciam, impondo interrupções de 45 minutos para o processo de arrefecimento.
O CPDI foi montado em 1999 e conta actualmente com 153 trabalhadores.
Hélder dos Santos, Director Nacional de Identificação Civil, entrevistado pelo semanário “domingo”, reconheceu os atrasos e aponta como principal causa a obsolência do equipamento instalado no Centro de Produção de Bilhetes de Identidade (CPDI) localizado na capital, Maputo.
O equipamento em referencia é da marca Siemens, de origem alema, e esta a funcinar no CPDI desde 1999, produzindo BI’s para toda a região sul e centro do país, socorrendo nalgumas vezes a região norte.
O equipamento, segundo dos Santos, tem registado constantes falhas e quedas do sistema que se apresenta desactualizado (Windows 98) por conseguinte incapaz de responder a demanda.
“Estamos agora dependentes deste equipamento obsoleto e lento cujos acessórios já não existem no mercado. Houve tempos que, em caso de avarias, recorriamos a sucata para retirar algumas peças para substituir as avariadas”, desabafou.
A agravar ainda mais o problema, Dos Santos diz que se registou uma avaria grossa em 2005 que obrigou aquela instituição a paralisar, temporariamente, as actividades e era necessário importar novas peças. O pior é que o fabricante já não reconhecia algumas peças nem o ano de seu fabrico.
Esta paragem, de acordo com a fonte, fez aumentar o número de pedidos de BI’s, originando as enchentes que se verificam nos postos e, a agravar depois de solucionadas das avarias as máquinas sofreram sobrecarga e aqueciam, impondo interrupções de 45 minutos para o processo de arrefecimento.
O CPDI foi montado em 1999 e conta actualmente com 153 trabalhadores.

