MEC remete expediente da CNCD as finanças
Maputo, 03 Set (AIM) - O Ministério moçambicano da Educação e Cultura (MEC) já submeteu todo o expediente relativo as reclamações dos trabalhadores da Companhia Nacional de Canto e Dança (CNCD) ao Ministério das Finanças para efeitos de pagamento.
Simão Mucavele, inspector-geral do MEC, que dirige a equipa que está a averiguar todas as causas que levaram os trabalhadores da CNCD a paralisarem as actividades, diz ter sido feito todo o trabalho relativo as reivindicações.
Os trabalhadores reivindicam o reajuste salarial, que não é efectivado há cinco anos, e o pagamento do 13º vencimento para o mesmo período.
“Estamos satisfeitos com o desenrolar do processo. Tivemos uma boa recepção por parte do Ministério das Finanças e o processo está a correr os seus trâmites legais. Regista-se uma agitação por parte de algumas pessoas mas a situação está em vias de normalização”,
disse Mucavele citado pelo “Diário de Moçambique”.
Mucavele que garante que o Governo está a levar a sério as reivindicações disse que o que resta é esperar pelo desfecho do caso.
A fonte disse que, enquanto isto, a equipa que lidera está a realizar um trabalho interno na companhia, para determinar a sua capacidade financeira, o que passa por uma auditoria interna as contas daquela instituição.
A greve que abarca todos os trabalhadores da companhia, de acordo com Mucavele, não é tão pacífica, como os artistas tentam dar a entender, alegando que estes tem cometido violações a lei, facto que não se justifica tendo em conta que as reivindicações estão a ser tratadas a nível do Governo Central.
Os grevistas, segundo Mucavele, não permitem o acesso ao Cine-Teatro África, a catedral da companhia, mostrando que estão a usar métodos não aceitáveis para o seu nível.
“A lei que institui o direito a greve diz que ninguém tem o direito de coagir a quem quer que seja a aderir a greve. Mas parece-me que não é o que está a acontecer”, esclareceu. Os grevistas, de acordo com o inspector, não permitiram que os organizadores do festival internacional de dança contemporânea, que decorre em Maputo, usassem o Cine-Africa. O mesmo aconteceu com os participantes do programa televisivo Fama Show, promovido pela STV.
A CNCD, que conta com 27 anos de existência, já percorreu o “mundo inteiro”, tendo elevado bem alto o nome de Moçambique, por isso, os seus artistas declarados “embaixadores da cultura moçambicana”.
Os trabalhadores reivindicam o reajuste salarial, que não é efectivado há cinco anos, e o pagamento do 13º vencimento para o mesmo período.
“Estamos satisfeitos com o desenrolar do processo. Tivemos uma boa recepção por parte do Ministério das Finanças e o processo está a correr os seus trâmites legais. Regista-se uma agitação por parte de algumas pessoas mas a situação está em vias de normalização”,
disse Mucavele citado pelo “Diário de Moçambique”.
Mucavele que garante que o Governo está a levar a sério as reivindicações disse que o que resta é esperar pelo desfecho do caso.
A fonte disse que, enquanto isto, a equipa que lidera está a realizar um trabalho interno na companhia, para determinar a sua capacidade financeira, o que passa por uma auditoria interna as contas daquela instituição.
A greve que abarca todos os trabalhadores da companhia, de acordo com Mucavele, não é tão pacífica, como os artistas tentam dar a entender, alegando que estes tem cometido violações a lei, facto que não se justifica tendo em conta que as reivindicações estão a ser tratadas a nível do Governo Central.
Os grevistas, segundo Mucavele, não permitem o acesso ao Cine-Teatro África, a catedral da companhia, mostrando que estão a usar métodos não aceitáveis para o seu nível.
“A lei que institui o direito a greve diz que ninguém tem o direito de coagir a quem quer que seja a aderir a greve. Mas parece-me que não é o que está a acontecer”, esclareceu. Os grevistas, de acordo com o inspector, não permitiram que os organizadores do festival internacional de dança contemporânea, que decorre em Maputo, usassem o Cine-Africa. O mesmo aconteceu com os participantes do programa televisivo Fama Show, promovido pela STV.
A CNCD, que conta com 27 anos de existência, já percorreu o “mundo inteiro”, tendo elevado bem alto o nome de Moçambique, por isso, os seus artistas declarados “embaixadores da cultura moçambicana”.

